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Setlist Provável – Insomnium no Hard Club e no RCA Club

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Os Insomnium regressam ao nosso país e vão apresentar “Winter’s Gate” no Porto (Hard Club a 9 Abril) e em Lisboa (RCA Club a 10 Abril) nos próximos dias. Saiba qual poderá ser a setlist dos dois concertos em Portugal

Após o concerto na edição do VOA do ano passado, a banda de Death Metal melódico finlandesa tem mais uma oportunidade para apresentar o seu mais recente álbum “Winter’s Gate” em todo o seu esplendor. O álbum que consiste numa música apenas (com o mesmo nome do disco) dividida em sete partes foi um dos melhores lançamentos musicais de 2016 e os fãs portugueses certamente que irão ouvir a música completa nos dois concertos desta semana. O baixista dos Insomnium, Niilo Sevänen, escreveu uma história sobre um grupo de Vikings que partem em descoberta de uma ilha na Irlanda, apesar das contrariedades do Inverno, e isso inspirou a banda a produzir um álbum baseado nesta história.


Para além do “Winter’s Gate”, também deverão ser ouvidas algumas faixas do álbum de 2014 “Shadows of a Dying Sun” como o single “While We Sleep” ou “Primeveral Dark” e do resto da discografia da banda finlandesa. Conheça a setlist provável para os concertos dos Insomnium no Porto e Lisboa.

INSOMNIUM – SETLIST PROVÁVEL

PRIMEIRA PARTE: TRIBULATION

Abertura das Portas: 20h00
Início do Espectáculo: 20h30

BILHETES

Preço: 25 €

BIOGRAFIA INSOMNIUM (retirada do site da promotora do espectáculo – Prime Artists):

Durante as últimas décadas, os Insomnium transformaram-se, lenta mas solidamente, num dos nomes mais familiares no espectro do death metal melódico e, pelo caminho, ainda ajudaram a redefinir os parâmetros do estilo em que se inserem. Formada em 1997 na sonolenta cidade de Joensuu, no leste da Finlândia, a banda estabeleceu a sua personalidade com duas maquetas altamente aclamadas e, em 2001, assinou contrato para a edição do longa-duração de estreia com a independente britânica Candlelight Records. Por esta altura, os membros fundadores Markus Hirvonen (bateria), Ville Friman (guitarra) e Niilo Sevänen (voz e baixo) já tinham anexado o guitarrista Ville Vänni ao grupo e foi com esta formação que gravaram o álbum de estreia, «In the Halls of Awaiting». O disco chegou aos escaparates em 2002 e introduziu na cena underground uma banda jovem e feroz, cuja música combinava a agressão e o riffing violento do death metal escandinavo com uma atmosfera melancólica, apimentada pelas melodias finlandesas tradicionais.

Esse foi, de resto, o ponto de partida para tudo o que os músicos fariam nos anos seguintes, aproximando da perfeição um som cativante, progressivo, melódico e brutal – qualidades que têm mantido desde então. A estreia acabaria por ser louvada em todo o mundo do metal e, a partir desse momento, tornou-se óbvio que estavam no caminho certo. Álbum após álbum – «Since The Day It All Came Down» (de 2004), «Above The Weeping World» (de 2006), «Across The Dark» (de 2009) e a estreia para a Century Media «One for Sorrow» (de 2011) –, os Insomnium foram crescendo paulatinamente e, apoiados num rigoroso esquema de digressões pelo mundo, transformaram-se nos ponta de lança do death metal melódico feito na Finlândia. Entre acertos de formação – que hoje é composta por Hirvonen, Friman, Sevänen e Markus Vanhala na segunda guitarra – o projeto nem por um momento olhou para trás, solidificando a sua posição com a edição de «Shadows Of The Dying Sun» em 2014 e, já no ano passado, o registo mais ambicioso da sua já longa carreira.

Composto por um tema único de 40 minutos, «Winter’s Gate» vai buscar inspiração à riquíssima história e mitologia escandinava no que ao conteúdo lírico diz respeito e, musicalmente, mergulha num profundo abismo melancólico, para o qual muito contribuem os teclados majestosos criados por Aleksi Munter, dos conterrâneos Swallow The Sun, que tem vindo a colaborar nas gravações do grupo desde «Above The Weeping World». À semelhança de todos os discos que gravaram no passado, este mais recente registo de estúdio veio introduzir também novos elementos que ajudam a ampliar o espectro de ação do grupo, que agora arrisca ainda mais em terrenos que nunca tinha pisado no passado. O resultado da experiência é um disco cativante, que segue o arco dramático da história, numa panóplia de diferentes ambientes magistralmente trabalhados.

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