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Crítica: “O Guarda-Costas e o Assassino” (Hitman’s Bodyguard)

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Depois da nossa antevisão ao mais recente filme de Patrick Hughes e de termos visto o filme, podemos afirmar sem margens para dúvidas que esta é a grande comédia deste verão, que ainda mistura uma excelente dose de acção, perseguições de carros, explosões e muitos tiros.

O argumento do filme “O Guarda-Costas e o Assassino“, fez parte da Black List de 2011, que é uma seleção de histórias com potencial mas que ainda não foi produzido em Hollywood. O filme era para ser um drama, mas semanas antes de começarem as filmagens, foi transformado numa comédia de acção em que Ryan Reynolds (Michael Bryce) é um guarda-costas que tem como trabalho, proteger o assassino, Samuel L. Jackson (Darius Kincaid).

A história do filme é muito simples, temos um guarda-costas profissional, Michael (Reynolds), que é contratado para proteger um assassino, o problema é que Michael não aceita o cargo de livre e espontânea vontade, e Darius (Jackson) teima que não precisa de ajuda nem de uma ama e tenta livrar-se dele.

Como já era expectável, o filme presenteia-nos ao longo de quase 2 horas, com imensas cenas de acção, desde perseguições de carro a explosões, com tiros à mistura, no entanto, tudo isto é misturado com uma vertente cómica enorme, que nos faz rir até nos momentos mais críticos.

No entanto, avisamos desde já que o humor presente no filme é exponencialmente negro, ou seja, um pouco mais duro e frio do que alguns espectadores possam estar habituados, dando-nos algumas “lições” sobre a vida.

Ficou mais do que provado que a química entre Jackson e Reynolds é fantástica, tornando a comédia ainda mais divertida. Salma Hayek tem um papel pequeno demais mas ao mesmo tempo fantástico e que se torna um dos grandes focos de gargalhadas do filme, fazendo valer cada segundo do seu tempo no ecrã, mas fazendo-nos desejar mais.

A banda sonora está absolutamente bem enquadrada, fazendo-nos recordar o filme de 1992, “O Guarda Costas“, provocando as gargalhadas dos espectadores em momentos mais sérios em que os personagens nos estão a contar algo sobre a sua vida.

As baladas dão um toque muito especial ao filme, principalmente por estarmos a falar de dois homens que não são exactamente os melhores amigos, como poderão ver ao longo do desenrolar da história, que contam aos espectadores momentos da sua vida amorosa ao som de grandes músicas “lamechas”.

Joaquim de Almeida Gary Oldman também têm papéis relativamente pequenos no filme, mas que ajudam a história a ganhar consistência e tornando o enredo ainda mais interessante. De notar que, o final do filme é um pouco violento, na minha opinião talvez por causa do argumento inicial ser para um filme dramático e não uma comédia, mas que ainda assim está muito bem executado.

Em suma, é uma comédia de acção a não perder, valendo a pena pelo conjunto total do filme, a música, a acção, o cenário, os actores e acima de tudo pelo elemento cómico que promete arrancar gargalhadas a todos os espectadores que o vão ver aos cinemas portugueses.

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