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Super Bock Super Rock: Carta a Iggy

Desculpa Iggy, mas quando estava a sair de casa rebentei o fecho éclair dos jeans, tive que regressar. Já sei que começaste o concerto a rebentar com músicas antigas. Que chatice, ainda gostava de ver-te uma vez antes de chegarmos aquele sítio que a gente sabe.

Desculpa Iggy, mas quando estava a sair de casa rebentei o fecho éclair dos jeans, tive que regressar. Já sei que começaste o concerto a rebentar com músicas antigas. Que chatice, ainda gostava de ver-te uma vez antes de chegarmos aquele sítio que a gente sabe.

iggy pop 5.jpgFico contente, eles saíram do concerto moralizados, fortes, transcendentes e convictos. E nós sem certezas.
Também me disseram que magoaste as costas. Nhtchm, há algum concerto teu em que não te magoes?


Minha iguana, o que é que pensas da morte do Prince? Esquece, deves ter percorrido todos os teus êxitos e o último trabalho, mas, mais que tudo, foi a tua pele, a tua realidade, o rock cravado em ti que os cativou, e me irrita mais por ter tido o meu grande, pequeno, incidente.

iggy pop.jpgA mensagem que transmites nem sempre é igual à energia que emanas. Em que é que ficamos? A última vez que nos vimos foi em Espanha, e agora, quem sabe. Até à próxima!

Excelente primeira parte de Block Party.

bloc party.JPGE sobre Massive Attack não escrevo, qualquer informação contactar Luís Montez – Música no Coração.

Fotos: Ana Dinis e Getty Images

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