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Reininho o contador de estórias

A conversa foi rápida. Três perguntas, somente. Rui Reininho muito requisitado pelos jornalistas presentes não tinha mãos a medir. Mesmo assim houve tempo para nós.

A conversa foi rápida. Três perguntas, somente. Rui Reininho muito requisitado pelos jornalistas presentes não tinha mãos a medir. Mesmo assim houve tempo para nós.rr+eu sbsr.jpg

Quisemos saber como se sentia de volta aos mega concertos. Respondeu-nos que muito bem. Ao fim de muitos anos, considera que continua a ser natural marcar presença num concerto com a dimensão do Super Bock Super Rock, referindo festivais mais pequenos nos quais os GNR continuaram a marcar presença ao longo dos anos.

Perguntámos-lhe como era cantar hoje “Psicopátria”. Reininho sorriu e não disfarçou o prazer de interpretar o disco do “princípio ao fim”, e indicando o nome dos elementos da banda que acompanha os GNR disse que era “coesa, e sinto-me muito bem com eles”.

Mas o melhor estava para vir. Quando o questionei se havia algum cabeça de cartaz do festival que gostasse de ver, a resposta não se fez esperar. “Iggy Pop. Mas penso que não vai ser possível. Nem ele nem os Massive Attack. Gosto muito do último disco do Iggy, e até tenho uma estória engraçada com ele no Meia-cave. Estava com duas amigas minhas, meio extra-terrestres, e ele perguntou-me se eram mulheres”, e desatámo-nos a rir.

O resto não conto!

Fotos: Ana Dinis

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