Conheceram-se em 2012. No ano seguinte, nasceu Yago e casaram-se. “Foi tudo muito rápido, mas tinha de ser. Há coisas que não podemos mudar”, conta a Record a hospedeira de bordo, por quem o jogador do Belenenses Gonçalo Brandão se apaixonou.
RECORD – Como se conheceram?
SANDRA BRANDÃO – Sou muito amiga da irmã dele. Ouvia falar muito do Gonçalo, mas não o conhecia porque estava a jogar em Itália, até que veio de férias e conhecemo-nos. Aí sim, não houve volta a dar… Uma história de amor forte.
R – Casaram-se este ano…
SB – Em junho. Nunca pensei no casamento. No ano passado surpreendeu-me com o pedido, estava grávida, quase a ter o bebé. O Yago já tinha quase um ano.
R – Namoravam há quanto tempo?
SB – Quando o Yago nasceu namorávamos há um ano. Conhecemo-nos em 2012 e em 2013 nasceu o nosso filho. Foi tudo muito rápido, mas tinha de ser. Há coisas que não podemos mudar.
R – O que a cativou?
SB – À medida que o fui conhecendo tinha a certeza que era especial. É muito amigo, companheiro. É uma pessoa bem formada e isso vê-se todos os dias em casa e na profissão.
R – É romântico?
SB – Sim. Investe muito no casamento, com pequenos miminhos no dia a dia.
R – E como é enquanto pai?
SB – Exemplar. Muito dedicado, interessado por tudo o que envolve o filho. Ajuda-me imenso.
R – Poucos dias depois de nascer Yago, teve de ir para a Roménia, onde estava a jogar. Foi difícil?
SB – Estava um pouco descansada porque sabia que dentro de pouco tempo íamos ter com ele. Custa sempre aqueles primeiros tempos do bebé, claro.
R – Gostavam de ter mais filhos?
SB – Sim, três.
R – Vai ao estádio?
SB – Sempre que posso vou vê-lo. Não vou mentir, o que me dá mais felicidade é saber que está bem, não se lesionou e, depois, claro que sempre que ganham é ótimo.
R – Como lida com a derrota?
SB – Sei que ele tenta não nos mostrar que fica chateado. Pior é a perder na PlayStation.
R – Como hospedeira de bordo e ele como jogador têm de se ausentar muitas vezes. Como fazem essa gestão?
SB – Muitas vezes estou fora do país e ele em estágio, mas temos os avós, uma grande ajuda. O Gonçalo, porém, ajuda-me imenso. Quando chego de um voo de manhã e tive a noite a trabalhar ele não me deixa fazer nada. Trata do nosso filho, leva-o à creche e se for fim de semana deixa-me descansar. É mesmo um pai e um marido perfeito.