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Rui Moreira, José Miguel Júdice e João Van Zeller à conversa sobre o Porto amanhã no YouTube

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Amanhã pelas 18h30 no YouTube, Rui Moreira, José Miguel Júdice e João Van Zeller vão estar juntos numa “viagem” pela Cidade Invicta, numa conversa informal.

Depois do sucesso do seu lançamento em novembro de 2019, “Johnny Boy, Porto Anos 40 & 50” das Edições Afrontamento volta às livrarias com a sua 2.ª edição. O livro de referência de João van Zeller, cuja apresentação no Museu da Fundação Vieira da Silva para 23 de abril por Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto, e José Miguel Júdice, advogado e comentador televisivo, foi cancelada devido ao COVID-19. Em sua substituição o livro vai contar com um momento único online, em que Rui Moreira e José Miguel Júdice têm encontro marcado no YouTube para conversar sobre o Porto e sobre Portugal, ancorados e baseados no texto de “Johnny Boy, Porto Anos 40 & 50”. O vídeo estará disponível amanhã pelas 18h30 no YouTube.

“Johnny Boy, Porto 40 & 50” é um livro que viaja pelo Porto nos anos médios do século XX, numa cidade empreendedora, melancólica e cinzenta, onde a alegria parecia apenas aparecer em “noites de S. João ou nas vitórias clubísticas”. Esta obra demonstra a mudança radical no século XXI claramente visível nos dias de hoje. Atualmente, vivemos um Porto jovem, moderno e cosmopolita que, tal como refere João Van Zeller, mantém e exponencia “a sua incomparável dedicação ao trabalho, ao empreendedorismo, e à defesa do seu inimitável carácter”, consolidando o amor do autor à cidade.

Na apresentação online da segunda edição de “Johnny Boy, Porto Anos 40 & 50” o livro de João van Zeller suscita a Rui Moreira e a José Miguel Júdice uma série de reflexões de grande vivacidade e originalidade sobre a evolução da cultura e da sociedade portuense e portuguesa desde os anos 40 e 50 do século XX, até hoje.

“Johnny Boy, Porto Anos 40 & 50” é referido por Rui Moreira como “muito mais que um livro de memórias na tradição anglo-saxónica”, “contando histórias de uma sociedade em transformação, num período de perda de inocência”. Júdice considera o livro como uma descrição “com verdadeira democracia, de uma sociedade burguesa e liberal mais igual”; e considera-o um “livro seminal…está lá um período fascinante de transição” com a descrição “dos primeiros anos de uma grande capilaridade social”.

João Guilherme Andresen van Zeller é natural do Porto, cidade onde viveu até aos 18 anos e da qual retirou uma forte herança cultural e afetiva. Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, tendo a seguir, e após ter durante o curso trabalhado na Secção de Imprensa Estrangeira do Secretariado Nacional de Informação, sido nomeado Chefe dos Serviços de Imprensa, Radiodifusão e Televisão de Angola (CITA). A partir de 1970, iniciou a sua carreira na banca em Portugal e Angola, que a partir de 1975 prosseguiu em grandes bancos internacionais nos EUA, Reino Unido e Espanha. Atualmente em Portugal, dedica-se à gestão e a Projetos de Solidariedade Social. Tem dezenas de artigos publicados em revistas e jornais portugueses e internacionais

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