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Queer Lisboa inicia a semana com presença brasileira

Debate sobre o VIH/sida no cinema e a exibição de “Disobedience” são também alguns dos destaques da programação do Festival até à próxima quarta-feira.

Debate sobre o VIH/sida no cinema e a exibição de Disobedience são também alguns dos destaques da programação do Festival até à próxima quarta-feira.

Até quarta-feira, dia 19 de setembro, vai ser possível assistir às restantes três sessões da Competição para a Melhor Curta-Metragem, na Sala 3 do Cinema São Jorge, sempre às 19h15. A sessão de terça-feira, dia 18, conta com a presença da realizadora brasileira Ana Galizia, que vem apresentar o seu documentário Inconfissões; do realizador português Ricardo Vieira Lisboa, que apresenta Os Motivos de Reinaldo; e do ator russo Vsevolod Galkin, intérprete de It, realizado por Ilya Sherstobitov, uma intensa ficção sobre transsexualidade e bullying.

It
“It”, Ilya Sherstobitov

A última sessão, a ter lugar na quarta-feira, conta com a presença da realizadora brasileira Carolina Markowicz, já anteriormente premiada no Queer Lisboa, que vem apresentar O Órfão, estreado na passada edição do Festival de Cannes. Também presente na sessão estará o realizador português José Magro, com o seu Letters from Childhood.

Integrado na Competição Queer Art, o Queer Lisboa recebe, esta segunda-feira, o realizador brasileiro Jean Santos, para a apresentação de Superpina, um livre e arrojado filme sobre a procura do “amor primordial”, com cenário no bairro do Pina, no Recife. Na terça-feira, dia 18, igualmente integrado no Queer Art, é a vez de o festival receber a realizadora espanhola Mònica Rovira, para nos falar sobre o seu Ver a una Mujer, um retrato delicado e intimista onde Rovira revisita a sua relação com a ex-namorada, Sarai.

Ver a una Mujer 2
“Ver a una Mujer”, Mònica Rovira

Na quarta-feira, dia 19, às 22h, na Sala Manoel de Oliveira, tem lugar a exibição da ficção lésbica, Disobedience, realizada por Sebastián Lelio (de Uma Mulher Fantástica) e protagonizada por Rachel Weisz, Rachel McAdams e Alessandro Nivola. A viver em Nova Iorque onde trabalha como fotógrafa, Ronit (Weisz) sabe da morte do pai, um judeu ortodoxo e decide voltar a casa, em Londres, para as cerimónias fúnebres. Há muito afastada da família, Ronit tem de aprender a lidar de novo com a comunidade judia ortodoxa.

O ciclo “O vírus-cinema: cinema queer e VIH/sida” prossegue na Cinemateca Portuguesa, com a exibição do documentário de Joaquim Pinto, E agora? Lembra-me e a sessão Shorts 1: Bordowitz & others, que nos apresenta um conjunto de filmes ligados ao vídeo-ativismo da sida dos anos 80 e inícios de 90, de realizadores como Gregg Bordowitz, os Gran Fury ou John Greyson. Na quarta-feira tem lugar uma sessão dedicada aos filmes de Mike Hoolboom e Matthias Müller, à qual se segue um Debate à volta deste programa com a presença do ensaísta francês Didier Roth-Bettoni, autor do livro Les années sida à l’écranMaria José Campos, médica, e João Pedro Vale, artista plástico.

A programação completa pode ser consultada em queerlisboa.pt.

Queer Lisboa22

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