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Elza Soares, Howe Gelb e Bruno Pernadas confirmados no Vodafone Mexefest

O Vodafone Mexefest tem três novas confirmações para o festival que irá decorrer entre 25 e 26 de novembro, na Avenida da Liberdade, em Lisboa.

O Vodafone Mexefest tem três novas confirmações para o festival que irá decorrer entre 25 e 26 de novembro, na Avenida da Liberdade, em Lisboa.

Elza Soares, Howe Gelb e Bruno Pernadas juntam-se a artistas como Céu, Charles Bradley
& his extraordinaires, Gallant, Kevin Morby entre outros que entretanto já tinham sido confirmados.

Elza Soares

Elza Soares

Uma personalidade artística única, icónica e incomparável. Aos 79 anos editou o seu primeiro disco de inéditos, “A Mulher do Fim do Mundo”, mas a sua carreira tem uma história de mais de seis décadas. Irreverente, revolucionária, marcou o seu trajeto musical apoiando sempre causas de forma acérrima, como os direitos das mulheres, dos homossexuais, dos negros, entre outras. Ao samba juntou o funk e outros géneros que, no último disco, a descrevem como uma personalidade genial e lendária, continuando a surpreender na música cantada em português. O disco “A Mulher do Fim do Mundo” foi considerado como um dos melhores de 2015 por muitas publicações da especialidade.

Howe Gelb

Howe Gelb

De Tucson, Arizona, um dos mais reconhecidos e importantes nomes dos géneros Americana ou Alt-Country: Howe Gelb. A sua carreira tem uma história de mais de três décadas, inúmeras edições e é feita em nome próprio, mas igualmente com projetos que criou, de onde se destacam os Giant Sand e Op8. Como nota da importância dos Giant Sand, sublinhar que por lá, de forma flutuante, passaram nomes como John Convertino e Joey Burns (Calexico) e músicos convidados como Victoria Williams, Neko Case, Juliana Hatfield, PJ Harvey, Vic Chesnutt, M. Ward, Isobel Campbell, entre outros. Multi-instrumentista e compositor de excelência, Howe Gelb é um dos melhores escritores de canções norte americanos da atualidade.

Bruno Pernadas

Bruno Pernadas

Guitarrista lisboeta que trabalha a música de uma forma tão académica quanto desatada, estudou Jazz, técnicas de composição e outros conteúdos. Por isso, o lado técnico e, diríamos, científico da sua obra, tem uma marca estruturada e muito precisa. No entanto, quando o ouvimos ao estrear-se em 2014 com “How Can We Be Joyful in a World Full of Knowledge”, percebemos que em Pernadas há a capacidade de dar soltura às notas, arrumando-as ainda assim com organização preocupada – só ele sabe desta harmonia. Este ano editou dois discos: “Those Who Throw Objects at the Crocodiles will be Asked to Retrieve Them” e “Worst Summer Ever”. O registo “Worst Summer Ever” é todo jazz, “Those Who Throw Objects at the Crocodiles will be Asked to Retrieve Them” afirma-se como uma construção genial a ressoar várias sonoridades, soul, jazz, lounge oriental, krautrock, pop, entre outras.

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