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Crítica Cinema – “Alpha”

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“Alpha” é um filme realizado por Albert Hughes que conta com o jovem ator Kodi Smit-McPhee no papel principal.


O filme acompanha uma tribo, há vinte mil anos atrás, numa viagem conduzida pelos seus antepassados, que tem como objetivo uma grande caçada. Keda (interpretado por Kodi) é o filho do chefe da tribo e ainda é pouco experiente nas caçadas, mas ainda assim parte pela primeira vez nesta viagem com o seu pai.

No entanto, rapidamente sofre um acidente e, depois de ser tomado como morto, vê-se forçado a dar o seu melhor para sobreviver e voltar para casa.

Pelo caminho, encontra um lobo, que ao início apenas desconfia dele, mas acaba por ser o seu companheiro nesta grande aventura.

Este é um filme que é capaz de conquistar os nossos corações pela maneira simples como apresenta a história da amizade entre um rapaz e um lobo, que rapidamente percebemos ser a história da ligação entre o Homem e o cão.

“Alpha” apresenta muitos efeitos em CGI, que funcionam bem nas salas IMAX, mas que por vezes não conseguem transmitir bem a realidade, dando um tom um pouco irreal ao filme.

Para além disso, outro aspeto menos positivo do filme é a existência de muitas mudanças de cena forçadas, que, no entanto, servem para dar a ideia da passagem do tempo. Neste caso, o que é pouco agradável de se ver, acaba por servir bem o seu propósito.

Em relação à história do filme, esta está bem contada, mas existem algumas pequenas falhas na narrativa. Ainda assim, não é nada de grave.

Um aspeto interessante do filme é a pouca quantidade de diálogos, que assumimos ser devido à ainda pouca evolução da linguagem na altura em que o filme tem lugar.

Por fim, é apenas de realçar o fantástico desempenho do ator principal. Se este é um filme sobre crescer, é de notar que Kodi Smit-McPhee realmente cresceu imenso neste filme enquanto ator, notando-se aqui imensas diferenças e uma grande evolução em relação ao seu filme mais notável, “A Estrada” (2009).

O resultado de “Alpha” é um filme bastante ternurento que, mesmo não sendo uma obra-prima, é agradável de se ver. A cena final é uma grande surpresa e certamente vai levar muitas pessoas na audiência às lágrimas.

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