A Apple cancelou definitivamente o “Apple Music Festival”. A confirmação surgiu hoje pela própria multinacional ao Music Business Worldwide, depois de acolher nomes como One Republic, Britney Spears e Oasis ao longo de 10 edições. O encerramento surge numa altura em que a Apple aposta na produção de conteúdos originais de música e televisão.
Nasce em 2007 no Instituto Contemporâneo em Londres, e um ano depois, transfere-se para a casa de espectáculos londrina “Koko”. Mas só em 2009 se fixa na Roundhouse (Camden), espaço que acolhia o festival desde então. Começou por prolongar-se durante um mês com concertos todas as noites quando em 2015, marca apenas 10 dias de música com um novo nome – Apple Music Festival.
O festival anual realizava-se no mês de setembro e colecionou ao longo das suas 10 edições nomes como Amy Winehouse, Groove Armada, Oasis, Tony Bennett, The XX, Foo Fighters, Sigur Rós, The Killers, Editors, Paul Simon e Beck.
No cartaz da edição de 2016 figuraram artistas como Britney Spears, Elton John, Michael Bublé e Bastille. A Apple tem direcionado o seu foco na produção de conteúdos originais para música e televisão.
Nos últimos dois meses lançou a série “Carpool Karaoke”, uma extensão da rubrica do programa “The Late Late Show with James Corden”, e “Planet of The Apps”, semelhante ao gigante “Shark Tank” onde as ideias apresentadas têm como fim a criação de uma app. Produziu ainda o documentário “Harry Styles: Behind the Album” sobre os bastidores das gravações do primeiro álbum a solo do ex-vocalista dos One Direction.