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Análise Gaming – ‘World of Warriors’

Análise Gaming – ‘World of Warriors’

Depois do sucesso que World of Warriors fez para mobile, eis que chega às consolas, em exclusivo para PS4.

Mal se inicia o jogo, a nível gráfico, quase sentimos que é um port da versão mobile do jogo, mas cedo entendemos que é um pouco mais do que isso. No entanto, longe de aproveitar todo o poder disponível na consola: os gráficos são bonitos, mas o estilo de gráficos meio boneco ajuda bastante por si só.

World of Warriors é um jogo RPG de lutas, um pouco diferente do habitual. Neste jogo podes invocar Lutadores Romanos, Espartanos, Vikings entre outros, para uma luta em arenas, arenas estas que têm armadilhas para tornar a batalha muito mais intensa. Isto quer dizer que no jogo além de teres de ter cuidado com o teu inimigo, tens de ter cuidado (e muito!) com o cenário! E os cenários são bastante diversificados… até no meio da água podes lutar, fica a ressalva de não serem muitos.

Basicamente, tu estás num reino fictício chamado de WildLands, onde a única maneira de permaneceres vivo é a lutar! E para isso invocas guerreiros, usando os quatros elementos ( água, terra, ar e fogo). Consegue-se também criar portais de forma a os invocar, em que estes portais servem também para fazer fast travel por Wildlands e quem passar por estes portais fica munido de poderes mágicos.

Anteriormente, o Império governante de Wildlands usava os portais como modo de fazer passar a paz no reino! Porém, como é óbvio, isto não ia demorar muito até correr mal. É aí que “A Escuridão” chega a Wildlands!!!! E é aí também que o Império, comandando os 4 Elementos, tem de se juntar para tentar retomar a paz ao Reino. Mas esta missão não lhes correu muito bem e acabaram por ter de abandonar Wildlands, fechando todos os portais exceto um: que é exactamente por onde o jogador entra.

No modo campanha podes jogar sozinho ou com 3 amigos e esta possibilidade é das melhores coisas do jogo! Ah, e sem dúvida a possibilidade de jogar 1vs1 no sofá de tua casa, como antigamente se fazia e que nos dias atuais tem tendência a desaparecer. Além disso, na Campanha têm a continuação da história que contei e, em algumas lutas, vai completando a história.

O gameplay propriamente dito está muito bom e divertido, não falhando em nada a diversão da versão original de 2014, mas em muito melhor. Aqui temos de criar equipas de personagens para as batalhas e brincar com as características de cada um. Podes usar amigos ou mesmo a máquina. Ao longo do jogo vais ganhando experiência, o que faz com que aumentes o nível da personagem, nada muito complicado de aprender. E quando se chega a níveis mais elevados podes fazer ainda mais upgrades nos personagens com objectos… tudo muito fácil de entender! Além disso, ganhas também dinheiro e objectos nas batalhas.

Cada personagem tem os seus pontos fortes e fracos, sendo que cada elemento é mais forte ou fraco em relação a outro, acabando por te obrigar a delinear uma estratégia de combate.

Um toque bastante interessante é que, neste jogo, às vezes, ganhas vantagem por sofrer dano. Ou seja, quando sofres dano são soltas umas esferas de especial e quando apanhas 3, podes soltar um especial no teu adversário. Além disso, tens um ataque ao estilo do Dark Souls que é um parrying e permite defender-te no exacto momento de um ataque, deixando o teu adversário atordoado e podendo atacar sem defesa possível! Na minha opinião, pareceu-me bastante complicado conseguir acertar no timing deste movimento.

O tempo de gameplay pode variar entre 8 e 12 horas dependendo do quanto rápido te habituas ao controlos do jogo.

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