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Stereossauro e Gisela João estreiam videoclipe de VENTO

Stereossauro e Gisela João estreiam videoclipe de VENTO, um fado luminoso e irreverente.

Stereossauro criou uma nova linguagem, um universo em que une a tradição do fado à modernidade do hip hop e da electrónica. Produtor veterano, duas vezes campeão mundial de scracth, assina um disco que se atreve a sonhar uma nova identidade musical em Portugal.

“Vento” parte da inquietação de Tiago Norte, mais conhecido como Stereossauro. Não é por acaso que se estreia como letrista e não é por acaso que “Vento” foi a primeira canção que escreveu. Também não é por acaso que Gisela João dá corpo e voz a este tema. Ela simboliza o encontro da tradição com a invenção, da autenticidade e densidade do fado com a irreverência da electrónica e o groove do hip hop que sai das mãos de Stereossauro. Uma combinação transcendente e perfeita.

BAIRRO DA PONTE é um dos discos mais marcantes de 2019

Créditos: Forever in Movies / Rui dos Anjos

O tema ganha agora um videoclipe que traduz a paixão de Stereossauro e Gisela João por novos mundos, novos horizontes, novas ideias. Musicais e líricas.

O videoclipe é uma história de amor, o amor de Verão de um jovem casal, a atmosfera etérea da felicidade, o entusiasmo que faz parar o tempo e nos deixa encapsulados naqueles momentos a dois.

Com produção FIM – Forever In Movies e realização de Rui dos Anjos, o vídeo está já disponível para que quem já viveu um grande amor se reconheça, se emocione, se declare, o partilhe.

Este filme conta uma história de amor entre dois jovens do Bairro da Ponte, que fogem num dia longo de paixão adolescente, para viver um conto de fadas. Contemplamos o mar, os belos lagos, os cavalos, o verde da natureza e uma série de elementos que nos deixam com a sensação de leveza, da simplicidade de uma beleza que o é sem artifícios. Ser jovem é isso mesmo, é ser puro e viver a vida como se ela fosse eterna e simples.

A sonoridade do Stereossauro juntamente com a voz da Gisela João, remetem-nos imediatamente para a nostalgia, para um amor perdido no tempo. Foi este paradoxo entre o amor com tempo e o amor perdido no tempo, entre felicidade e tristeza que o realizador quis contar.

Os movimentos lentos e estáveis, a fazer lembrar o vento de um dia calmo, levam-nos para o pensamento de uma vida que passa por nós, às vezes rápida, em que tudo o que resta são memórias.

Porém, o vídeo deixa essa reflexão para o espectador, fazendo-o acreditar numa história de amor feliz ou numa história de amor perdida, ou então apenas na memória de um amor adolescente.

O vento soprou por nós
Levou-nos a todo o lado

– Rui dos Anjos / Forever In Movies, realizador de “Vento”

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