Como a intimidade da música se mantém mesmo perante milhares ao ar livre, e em que muitos estão pouco interessados no som que se ouve vindo do palco é um dos aspectos mágicos deste meio. Os Rhye num início de concerto a misturar um registo calmo e emotivo com uma personalidade dançável e bem disposta conquistou claramente o já muito publico presente no palco Heineken.
Infelizmente, devido à sobreposição de Rhye com Alt-J foi nos impossível assistir a todo espectáculo dado por Rhye. Mas do que se viu, recomenda-se vivamente assistir a um concerto de Rhye, preferencialmente numa sala fechada.
Fotogaleria:
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Na passagem rápida (a correr) do Palco NOS para o Heineken, ouvem-se resquícios da “Killing in The Name” dos Rage Against The Machine por parte Niles Mavis no Palco NOS Clubbing, fazendo-se sentir nas redondezas do Clubbing. Quando chegamos ao Heineken, Blossoms já davam o seu melhor para entreter quem ali estava para os ver, e o que ficou notado é que a maior parte das pessoas presentes eram estrangeiros (provavelmente de Inglaterra). A caminhar num Indie Rock facilmente audível, os Blossoms tentaram realçar a sua música numa altura em que muitos já pensavam em Phoenix ou em jantar. A primeira impressão em Portugal foi suficiente, ficando uma avaliação mais condigna para uma próxima oportunidade.