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Pandemia impulsiona procura de produtos de Sex Shop online

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Vendas de brinquedos eróticos animam em período de crise

Todos sabemos que a pandemia da Covid-19 foi disruptiva a vários níveis e para grande parte da população mundial, tanto a nível de saúde, como no plano socioeconómico. O que muitas vezes passa ao lado é o impacto que teve na esfera da intimidade. Já pensou em como quer casais quer solteiros têm vindo a viver a sua sexualidade nos últimos meses?
A verdade é que o ano de 2020 foi um verdadeiro teste para todos nós. Impactados pela crise, tomados pela ansiedade e pelo stress, separados pelas recomendações das autoridades de saúde, rodeados por novas realidades como o teletrabalho e a telescola, tudo foi novo. Mas o sexo não deixou de estar presente, mesmo nesta nova realidade. E os números das vendas dos brinquedos sexuais e dos brinquedos eróticos, desde vibradores passando por sex toys para mulheres, trazem alguma luz sobre este assunto, permitindo-nos tirar algumas conclusões. Já lá iremos.

O sexo durante a pandemia da Covid-19

Antes de mais, pensemos: será seguro fazer sexo durante este período? Os especialistas dizem que sim, mas dão vários conselhos. Apontam, por exemplo, que a opção mais segura para evitar a transmissão do coronavírus é o sexo a sós – através da masturbação. Para além da questão respeitante à distância social – este é, definitivamente, sexo seguro – vários especialistas defendem que explorar o corpo, descobrir novos prazeres e criar sensações diferentes só traz vantagens. Assim, podemos facilmente imaginar a importância que artigos como brinquedos sexuais e vários brinquedos eróticos, de sex toys para mulheres e vibradores, tiveram e continuam a ter durante este período crítico.
Mas não se pense que os brinquedos eróticos e brinquedos sexuais são apenas usado por solteiros. Estes podem ser e são usados por casais. No que diz respeito ao sexo com outro parceiro, em tempo de pandemia, deve-se referir, antes de mais, que só se deve fazer sexo com alguém de confiança, evitar beijos e optar por posições sexuais mais seguras.
O uso de vibradores e sex toys, de brinquedos eróticos, de forma geral, tem duas vantagens no contexto em que vivemos. Em primeiro lugar, porque permitem ter sexo verdadeiramente seguro. Em segundo lugar, porque pode ajudar a apimentar relações que têm passado por um período conturbado. É que em virtude do Grande Confinamento provocado pela pandemia, as relações passaram por uma experiência completamente inédita. Isso foi, no mínimo, desafiador.

Os números das vendas de brinquedos sexuais

Em consequência do cenário descrito, o número das vendas de brinquedos eróticos aumentou nos últimos meses. Há lojas onde se vendem, por exemplo, vibradores e sex toys para mulheres, que registaram um aumento nas vendas de cerca de 50%, quando em comparação com o mês de Fevereiro. Os sexólogos registam também um aumento da curiosidade dos seus pacientes nas questões sobre brinquedos sexuais ou brinquedos eróticos.

Brinquedos eróticos: as preferências do público

Pedro Correia, gestor da Vibrolândia, uma sex shop em Lisboa que vende brinquedos sexuais como sex toys e vibradores, entre outros brinquedos eróticos, revelou em declarações ao Correio da Manhã que os produtos mais vendidos na sua loja são os masturbadores com controlo à distância. Aliás, vários especialistas apontam os brinquedos sexuais ou brinquedos eróticos com controlo à distância como produtos vencedores em tempo de pandemia, já que permitem manter a distância e saciar a vontade sexual. Entre outros brinquedos sexuais e artigos eróticos vendidos estão, segundo o dono da Vibrolândia “anéis e bombas penianas, ovos vaginais e óleos”.

Longe da vista, perto do coração

A tendência será para manter e já estava alinhada com a caracterização que se fazia da vida sexual dos portugueses. “Na cama dos portugueses” é um estudo levado a cabo por José Borralho, que conclui que 15% utilizam produtos eróticos, entre vibradores e estimulantes. Segundo revela a Sábado, 25% dos portugueses consomem literatura erótica e 27% compra roupas para o efeito, para além dos óleos e lubrificantes. Já 71% dos portugueses mostram-se recetivos a “novas experiências”.
O “novo normal” pós-Covid tenderá a reforçar estes números. Isto porque questões como o distanciamento social, eventuais confinamentos pontuais, isolamento profilático e novos protocolos sociais, tenderão a manter-se ou a gerar uma nova realidade com a qual teremos que viver para bem da nossa saúde e daqueles que nos são mais próximos. Mas mesmo mais longe, há cada vez mais a hipótese de estarmos perto destes.

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