Encontramo-nos para acompanhar uma dança para resistir à paralisia do medo. A mulher que dança nunca está só. Dança o encontro com o que acontece agora e com o que aconteceu até aqui, antes mesmo de ser. Seu corpo ressoa com ondas sonoras emitidas de tempos e espaços outros, e gesta possíveis porvires num mundo em ruínas, como quem grava novos sulcos para serem lidos por velhos gira-discos.
Ficha Artística
Conceção e Performance SOFIA Ó
Dramaturgia DUDA MAIA
Banda Sonora RAUL MISTURADA
Assistência à Criação SOFIA NEUPARTH
Cenografia e Figurino ANDRÉ CORTEZ
Imagens RAFAEL BLANCO FRYDMAN E NADJA KOUCHI
Produção CRISTINA VILHENA – C.E.M – CENTRO EM MOVIMENTO
Apoio FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, C.E.M – CENTRO EM MOVIMENTO, CIA. VAGALUM TUM TUM, TEATRO ÁGORA