CA Notícias
Canal Alternativo de Notícias, as últimas notícias do mundo do desporto, da tecnologia e do entretenimento. Os últimos resultados, lançamentos, estreias.

‘Linhas de Sangue’: comédia de ação portuguesa chega aos cinemas a 26 de julho

Catarina Furtado, Débora Monteiro, Joaquim Horta, José Fidalgo, José Raposo, Marina Mota, Miguel Costa e Paulo Pires são apenas alguns dos 54 conceituados atores portugueses que protagonizam a comédia nonsense ‘Linhas de Sangue’, que chega aos cinemas a 26 de julho.


Produzido por Coyote Vadio e Caos Calmo Filmes e realizado por Manuel Pureza e Sérgio Graciano, ‘Linhas de Sangue’ é um filme inédito e inesperado, posiciona-se como um género ainda por explorar na cinematografia nacional. Há uma série de alusões aos últimos 20 anos de Portugal, na sua condição de país da cauda da Europa, de país alvo da austeridade e ainda de país-exemplo no que toca à especulação imobiliária e afins. Uns hão de ver tudo isto; outros, verão apenas uma comédia de ação, carregada de irresponsabilidade e rock’n’roll.

Deste projeto fazem parte 23 bandas, entre as quais Xutos e Pontapés, Carlão, Fogo Fogo, MGDRV, Frankie Chavez e Paus, que compõem a banda sonora, em duetos inesperados que lembram também as melhores bandas sonoras dos filmes de ação dos anos 90. O filme irá também contar com o lançamento de uma banda-desenhada.

Linhas de Sangue – Trailer 2

LINHAS DE SANGUE Um filme de Manuel Pureza e Sérgio Graciano com José Mata, Fernando Pires, Alda Gomes, Cláudia Semedo, Adriane Garcia, Joaquim Horta, Miguel Costa, Isabel Figueira, José Fidalgo, Martinho Silva, Lourenço Ortigão, Soraia Chaves, Kelly Bailey. Estreia a 26 de julho de 2018.

Sinopse
Um conjunto de malfeitores ameaça a ordem e a paz em Portugal. A resposta não tarda e logo surgem heróis, mais ou menos acidentais, sob a batuta de uma velha glória das forças secretas portuguesas, que vão resolvendo uma série de incidentes que ameaçam a soberania nacional. Mas, como já estamos todos habituados, o pior dos inimigos está a guardar-se para o fim. Será o nosso grupo de bravos, corajosos, suficientemente forte para enfrentar a ameaça do Chanceler? E se Aljubarrota se repetisse em 2018?


X