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Hyrule Warriors: Age of Calamity (Nintendo Switch) | Análise Gaming

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Hyrule Warriors: Age of Calamity traz aos jogadores uma nova história relacionada com o fantástico The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Mas será isso o suficiente para agarrar os jogadores?

Análise feita por: António Moura

Um dos grandes pontos de venda deste jogo foi, definitivamente, o facto de podermos “vaguear” por uma Hyrule completamente nova para os jogadores. Um reino de Hyrule que, de certa forma, já conhecíamos, mas ao mesmo tempo era algo novo, já que utilizava como pano de fundo o que aconteceu 100 anos antes de The Legend of Zelda: Breath of the Wild e os eventos que originaram a Grande Calamidade, que já ouvimos falar desde 2017. No entanto, puxando um bocadinho para um lado e para o outro, a aliança entre a Koei Tecmo e a Nintendo conseguem dar-nos um pouco disso e, de seguida, não nos darem nada do que estamos à espera. Este pode ser uma desvantagem para aqueles que esperavam tudo contado de uma forma especial, mas, ao mesmo tempo, não torna este jogo mau.

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O jogo em si, desenrola-se como um jogo da série Warriors. A mecânica não é muito difícil de se entender: temos imensos (e quando digo imensos, são mesmo muitos) inimigos a atacar-nos por tudo o que é sitio, enquanto nós temos que os derrotar ao mesmo tempo que vamos fazendo missões e conquistando locais (que normalmente são “guardados” por inimigos mais poderosos) para podermos progredir na história. Já tínhamos visto isso no Hyrule Warriors original e agora, voltamos a ver o mesmo na sequela. A grande diferença aqui, é mesmo a questão de utilizarmos as Bestas, que serviram como quebra-cabeças em Breath of the Wild e, agora tomam um novo papel na jogabilidade, já que é possível controlá-las e, digamos de passagem que é o real deleite fazê-lo.

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No entanto, penso que aquilo que irá agarrar ainda mais os jogadores vai ser mesmo as inúmeras personagens que podemos controlar ao longo do jogo e, todas elas únicas. São cerca de 18 personagens que podemos controlar ao longo das missões e, além dos habituais Link e Zelda (que volta a ser jogável), temos também os nossos campeões (Mipha,Daruk,Revali e Urbosa), além de personagens favoritas de quem jogou Breath of the Wild, como uma jovem Impa, Sidon e Hestu. Particularmente, por muito que goste da Mipha, a personagem mais divertida deverá ser mesmo Hestu pela sua habilidade de utilizar Koroks em batalha. Por falar nestas simpáticas criaturas, preparem-se para as procurarem como em Breath of the Wild, já que terão várias ao longo dos cenários por onde passam.

Em termos de tempo de jogo, preparem-se para umas boas horas. Não tanto como o Breath of the Wild (isso seria um absurdo) mas, para completarem o jogo até ao tutano precisarão de cerca de 50 horas. Além disso, o mais engraçado é mesmo os gráficos serem bastante similares ao jogo já falado aqui bastantes vezes. Mesmo que seja um mundo anterior aos eventos de Breath of the Wild, a verdade é que reconhecemos muitos locais e até alguns que não saberíamos como são. A única queixa a fazer, mantém-se da demonstração disponível. Muitas vezes vão sentir o framerate a cair, quando existem várias personagens em campo. Porém, também é algo que se disfarça muito facilmente.

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Resta apenas concluir que, Hyrule Warriors: Age of Calamity é um jogo sólido. Tem as mesmas mecânicas que os restantes jogos da série Warriors, mas, adaptadas ao universo de The Legend of Zelda. Comparativamente ao Hyrule Warriors original é berrante a atualização que foi feita. É um jogo para desfrutar cada bocadinho.

 

 

 

 

 

 

 

Hyrule Warriors: Age of Calamity (Nintendo Switch) | Análise Gaming | CA Notícias
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Avaliação do editor:
4
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