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Fernando Daniel, falou-nos de como as suas experiências pessoais o ajudam a fazer boa música

, Fernando Daniel, falou-nos de como as suas experiências pessoais o ajudam a fazer boa música

Fernando Daniel foi o vencedor consagrado do concurso televisivo, The Voice Portugal, o seu primeiro single “Espera” foi um grande sucesso e foi a estreia do jovem cantor de 21 anos, natural de Estarreja, na sua carreira a solo.

Logo após o lançamento do primeiro single, seguiu-se recentemente “Nada Mais“, que é o seu novo trabalho e que contou com mais de 700.00 visualizações no Youtube em apenas seis dias. Temos aqui uma voz promissora no nosso país, que promete ainda dar muito que falar.


Leiam abaixo a entrevista em exclusivo à CA Notícias e fiquem a saber um pouco mais de Fernando Daniel, de onde veio e para onde quer ir.

CA Notícias (CA) – Chegaste a ter uma banda local em Estarreja. Achas que a cidade marcou o teu desenvolvimento musical, ou seria igual se tivesses noutro local?

Fernando Daniel (FD) – Vou ter sempre um carinho especial por Estarreja, foi lá que tive a minha primeira banda e isso nunca se esquece, marcou realmente o meu desenvolvimento musical, foi lá que tudo começou, foi lá que comecei a cantar para pessoas, em bares, em escolas, etc. É sem dúvida um sítio muito especial para mim.

CA –Espera” foi um sucesso e ontem saiu mais um single teu. Como é lidar com a ansiedade antes da grande divulgação?

FD – Foi um sucesso, continua a ser, estou muito orgulhoso pelo que consegui e muito agradecido às pessoas que continuam a consumir muito o “Espera”. Lidar com a ansiedade não é fácil e eu acho que nunca vai ser, mesmo que eu lance 10 singles e 4 álbuns, porque é o meu trabalho que está ali a ser avaliado e é sempre complicado para mim gerir toda essa ansiedade.

CA – Como tem sido para ti lidar com o escrutínio nacional de cada tema que lanças?

FD – Está a ser muito bom, as pessoas estão a lidar muito bem com o que eu tenho lançado, não podia estar mais contente com isso. O “Nada Mais” e o “Espera” encontram-se ambos em top 10 do iTunes, não podia pedir mais, estou mesmo muito contente por estar tudo a correr tão bem.

CA –Nada Mais”, fala sobre alguém que se cansou de esperar pela sua pessoa amada, certo? As tuas inspirações vêm de experiências pessoais tuas?

FD – Verdade, o “Nada Mais” nasce de uma pessoa que se sente desvalorizada e decide ganhar amor próprio, mas sim partir para outra e aqui o outra não é necessariamente uma pessoa, mas sim outra forma de estar na vida, outro dia-a-dia. Quanto às minhas inspirações vêm sim de experiências pessoais, mas não todas. Tenho algumas músicas que vêm de experiências minhas e outras músicas que vêm de experiências de pessoas próximas ou minhas juntamente com essas mesmas pessoas. Mas nas minhas inspirações é tudo real e tudo acontece.

CA – Ainda sobre “Nada Mais” que pode ser aplicado a outras situações da vida. Houve algo na tua vida que tiveste de deixar para trás?

FD – Eu acho que não. Tive de deixar algumas pessoas, que entendi que estavam comigo por interesse, não me viam como amigo, nem como um lutador. Queriam que tudo me corresse bem, para poderem ficar com os louros. Mas eu sou muito atento a essas coisas, e preferi deixar de ter essas pessoas na minha vida pessoal e na minha vida musical.

CA – Se pudesses escolher, qual seria o palco que mais gostavas de actuar?

FD – Nacionalmente seria o Altice Arena, porque é um palco grande onde passam vários artistas internacionais quando vêm a território nacional. Era um palco que eu gostava de encher, juntamente com os Coliseus.

CA – Para terminar, achas que o The Voice é tão benéfico para os participantes como para os vencedores? Como foi a tua experiência?

FD – É benéfico para todos os que participam, claro que para o vencedor é melhor por causa dos prémios, mas depois é preciso saber gerir a vitória da melhor maneira. Mas para as pessoas que lá vão podem aproveitar para se projectarem o máximo possível. E é uma boa forma de levar até casa das pessoas talentos que até aí estavam escondidos e que as pessoas nunca iriam descobrir. Devemos aproveitar da melhor maneira esse tipo de programas. Quanto à minha experiência, foi brutal, eu adorei participar e o resultado final, ganhei muita experiência, recebi conselhos, conheci novas pessoas e muitos profissionais, grandes talentos.

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