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Enguiço não é quebrado e Choupana volta a ser madrasta

Enguiço não é quebrado e Choupana volta a ser madrasta

O Belenenses deslocou-se este sábado à Madeira para defrontar o Nacional. A equipa treinada por Manuel Machado ocupava o 12º lugar a apenas 6 pontos do 6º, que é ocupado pelo Belenenses. Os azuis não se costumam dar bem na Choupana, desta vez não foi excepção. O resultado acabou em 2-1 com os da casa a aproximarem-se do Belenenses na tabela classificativa.


À entrada para este jogo, a equipa apresentada por Lito Vidigal registava diversas modificações em relação, quer ao habitual, quer ao fim de semana passado. Lito optou por arriscar mais, apostando num meio-campo constituído por Bruno China, Carlos Martins e Fábio Sturgeon, ao invés de apostar em dois médios com características mais defensivas, como é seu apanágio. Isso acabou por se revelar fatal na 2ª parte. No que à 1ª parte diz respeito, o Belenenses entrou forte, aguerrido e atrevido, tendo dominado por completo os primeiros 25 minutos de jogo onde só faltou criar mais oportunidades para concretizar. A partir dos 25 minutos os da casa acabaram por equilibrar, tendo chegado ao golo num grande livre de Tiago Rodrigues à passagem do 39 minuto. Contudo, o Belenenses não se vergou, puxou dos galões e 5 minutos mais tarde Miguel Rosa chegaria ao golo, à passagem do minuto 43, numa grande cabeçada que afunilou a bola no fundo das redes de Gottardi. As equipas chegavam assim empatadas ao intervalo.

A 2ª parte começou um pouco como a primeira, um Belenenses atrevido que procurava aproveitar os espaços concedidos pelo meio-campo dos insulares e os da casa mais na expectativa e no contra-ataque. No entanto, de nada valeu. O Nacional acabou por se sobrepor ao nível exibicional dos azuis e à passagem do minuto 54, Marco Matias, após uma grande jogada entre Lucas João e Rondón, acabou por encostar para o fundo das redes. Um golo irregular, contudo. Após o golo, Lito optou por tirar Filipe Ferreira, que estava a ser dos elementos mais preponderantes da equipa e colocar Deyverson, passando Camará a jogar a extremo-direito e Nélson a defesa-esquerdo. Começou aqui uma série de investidas por parte dos insulares, que atacavam sempre pelo lado que estava vazio, o esquerdo. Os alvinegros causaram inúmeros calafrios à equipa de Belém, que acabou por se aguentar em virtude de uma grande exibição do seu guarda-redes, Hugo Ventura. O jogo acabou depois por estagnar, apesar de muita desconcentração defensiva do Belenenses, e a equipa quis ir em busca do empate a todo o custo, com Carlos Martins a ser o maestro que impõe o ritmo e acalenta a esperança na vitória. Pelé entrou na equipa com a missão de dar segurança ao meio-campo e Dálcio entrou para tentar reverter o rumo dos acontecimentos, nada disso aconteceu apesar de ambos terem tentado bastante. Até ao final do jogo ainda houve tempo para algumas oportunidades flagrantes de parte a parte, tendo Camará quase feito o empate para o Belenenses. Mesmo com 10 a partir dos 85 minutos, o Nacional nunca se desmontou. Apesar da derrota, os jogadores do Belenenses nunca se deram por vencidos, demonstrando toda a sua qualidade e empenho.

Os azuis do Restelo começam assim o ciclo de jogos fora com uma derrota. Os próximos jogos serão de um grau de dificuldade acentuado, indo a Guimarães duas vezes, jogando contra o Sporting em casa e voltando outra vez à Madeira para defrontar o Marítimo. Os tempos não se avizinham fáceis, todavia, a equipa terá a mentalidade guerreira suficiente para saber contrariar as adversidades encontradas.

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