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Critica: “Velocidade Furiosa 8” (The Fate of the Furious)

Velocidade Furiosa 8, estreou esta quinta feira(13/04), nas salas de cinema portuguesas e dá início a uma nova trilogia da saga. O nono filme chega às salas a 19 de abril de 2019 e o décimo a 2 de abril de 2021 que será o fim da saga que começou em 2001.

O destino da saga depois do seu fim, em 2021, ainda é incerto mas Vin Diesel em declarações feitas à imprensa, já mencionou que se encontram em cima da mesa propostas para uma série de Spin-offs de historias paralelas aos filmes.

Critica: "Velocidade Furiosa 8" (The Fate of the Furious)

O oitavo filme da saga, começa em Cuba, com Dominic (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) em lua de mel. Surge então, Cipher (interpretada por Charlize Theron, que é uma novidade no elenco), uma terrorista cibernética temida por todos que vive nas sombras, que seduz Dominic para que este aceite trabalhar com ela.

Critica: "Velocidade Furiosa 8" (The Fate of the Furious)

Hobbs (Dwayne Johnson) tem uma nova missão e liga a Dom para reunir a equipa e encontrarem-se em Berlim. É aqui que a verdadeira acção começa e é Hobbs que traz a diversão ao filme, com a sua personagem carismática e as suas piadas. No fim da missão Dom vira-se contra a sua equipa e vai se embora, deixando Hobbs ser apanhado pela policia, acabando preso. Na prisão, reencontra Deckard (Jason Statham) e acabam por fugir.

Critica: "Velocidade Furiosa 8" (The Fate of the Furious)Quando a equipa se reune novamente, decidem encontrar Dom, para conseguirem chegar a Cipher, mas são atacados por ambos e acabam por não conseguir fazer progressos na procura. Segue-se então a caça ao traidor, passando por Nova Iorque e pelo gelado Mar de Barents. Mais uma vez regalamos as vistas com carros espetaculares de cores fantásticas, que nos entusiasmam para as perseguições que vemos ao longo do filme.

Podemos contar com perseguições de carros, muita acção, submarinos, tanques, traições, amor e amizade, num filme de muita acção que nos proporciona momentos de adrenalina e diversão durante as 2h16 minutos de filme. Já não vemos Paul Walker (que morreu durante a produção do sétimo filme) neste filme, apesar de contarmos com referencias ao mesmo.

O realizador, F. Gary Gray traz-nos um filme com um ritmo frenético, que nos deixa agarrados ao ecrã do inicio ao fim. Um filme cheio de reviravoltas inesperadas, umas atras das outras, que o tornam imprevisível e muito mais espetacular, porque assim somos surpreendidos pela positiva pelo desenvolver da historia que dá inicio a uma trilogia.

Apesar das perseguições estarem fantásticas, existe ainda algum exagero em algumas cenas, como a cena dos carros a caírem do prédio – que podemos ver no trailer abaixo – que acabou por ser exagerada e não havia necessidade disso para que os espectadores conseguissem perceber a ideia de Cipher, chegamos ao fim do filme com um sentimento de satisfação, por voltarmos a ter um filme repleto de acção, carros e sem duvida um elenco fantástico.

É sem duvida um excelente aposta para todos os que gostam de adrenalina e carros, para os que gostam de surpresas e reviravoltas, para os que como eu, seguem a saga desde o seu inicio. E é sem margem para duvidas um dos melhores filmes da saga Velocidade Furiosa até agora. Deixa-nos com vontade de saber o que vai acontecer no próximo filme e o que se irá passar de seguida com as personagens que há tantos anos nos enchem de adrenalina e acção.

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