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Crítica: “Kong: Ilha da Caveira”

Kong, Crítica: “Kong: Ilha da Caveira”

Kong: Ilha da Caveira apresenta efeitos especiais e acção mais do que suficiente para um domingo à tarde bem passado mas que não alcança a mística do King Kong de 1933.

O regresso de Kong aos grandes ecrãs teve direito a um grupo de actores muito competentes, como é o caso de Tom Hiddleston (o famoso Loki que neste filme tem uma interpretação mais parecida com a de Night Manager), Brie Larson (quem não se recorda da actuação no Room), Samuel L. Jackson, entre outros. Infelizmente, sofreu de um dos problemas mais comuns em Blockbusters – o fraco desenvolvimento das personagens.

Por outro lado, o lendário Kong renasce em termos visuais de forma quase perfeita, não tivesse o filme como supervisor de efeitos especiais o vencedor de dois Óscares Stephen Rosenbaum (“Avatar”,Forrest Gump”). Exemplo disso, são os contactos “físicos” com as personagens e os movimento das águas na mão do Kong, que são de uma fluidez surpreendente mesmo para um filme que faz dos efeitos visuais o seu grande trunfo. Torna-se óbvio que a experiência em IMAX será sempre diferente pela imponência do Kong e dos outros monstros que habitam na ilha (podem conhece-los no nosso artigo).

Vogt-Roberts, realizador do filme, consegiu criar um balanço entre o estilo geral de Blockbuster mas ao mesmo tempo dar toques pessoais ao estilo de realização, por  exemplo a troca de olhares entre Kong e o Tenente Coronel Preston Packard (Samuel L. Jackson). Conseguiu também não criar a sensação de remake e tratar de forma séria a mitologia de Kong.

Palavra ainda para a banda sonora, que acompanha muito bem o filme.

Resumindo, Kong: Ilha da Caveira é um filme que não irá conquistar os corações de quem pretende algo igual ou superior ao filme de 1933 mas que irá, de certeza, fazer vibrar os espectadores que vão ao cinema à procura de um serão bem passado e de uma experiência imersiva.

Ficamos a aguardar pelo encontro com Godzilla.

 

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