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Crítica Um Homem de Família (A Family Man) | 16 de novembro nos cinemas

Crítica Um Homem de Família (A Family Man) | 16 de novembro nos cinemas

Um Homem de Família (A Family Man) é um drama, do princípio ao fim. Tem moral e aborda temas importantes, que acontecem diariamente à nossa volta.

Em Um Homem de Família (A Family Man) Dane Jensen (Gerard Butler) é um pai viciado no trabalho, maioritariamente ausente, que negligencia a sua família, convencido de que o dinheiro que ganha proporciona-lhes condições tão essenciais que mitigam a sua ausência.

A sua esposa, Elise Jensen (Gretchen Mol) é mãe a tempo inteiro dos seus três filhos, e começa a preocupar-se com a fadiga crónica do filho mais velho, Ryan (Max Jenkins).Quando o mesmo é diagnosticado com uma doença grave surge o conflito interior e exterior dos personagens e o drama adensa-se.

Aspectos positivos: a atuação de Max Jenkins no papel de Ryan Jensen e de Alfred Molina, um engenheiro desempregado de 59 anos com quem Dane tem alguns contactos telefónicos, na tentativa de lhe encontrar uma colocação.

Sólido desempenho do protagonista, Gerard Butler, duro, resiliente, que chega ao ponto de auto intitular-se de herói americano pela devoção ao emprego e resultados atingidos, e também do seu exigente chefe Ed Blackridge (Willem Dafoe).

Aspectos negativos: a ausência de emoção da mãe, que mesmo nas cenas mais marcantes revela pouca agitação, pecando pela falta de verosimilhança.
Atuação algo insípida de Alison Brie no papel de Lynn Vogel, rival de Dane na corrida à liderança da empresa.
A cadência do filme, algo lenta demais, na minha opinião, ainda que estejamos perante um drama familiar.

Um Homem de Família (A Family Man) vale pela reflexão, pela emoção que desperta e pelo desempenho dos atores.

Vejam e digam-nos o que acharam!

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