Teatro Nacional de São Carlos, Sala Principal Johann Strauss II Die Zigeunerbaron: Abertura Die Zigeunerbaron: Einzugsmarsch
Emmanuel Chabrier Le roi malgré lui: introduction et chur dansé Létoile: Nous allons donc voir la belle princesse Létoile: Chur des condoléances et final
Franz von Suppé Leichte Kavallerie
Jacques Offenbach Les contes d’Hoffmann: chur et couplets
Charles Gounod Faust: valse et chur
Franz von Suppé Pique Dame: Abertura
Jacques Offenbach Le roi Carotte: chur des Fourmis Le roi Carotte: marche et chur des insectes Orphée aux Enfers: choeur infernal Orphée aux Enfers: menuet et gallop infernal
Sylvain Gasançon, Direção Musical Coro do Teatro Nacional de São Carlos (Maestro titular Giampaolo Vessella) Orquestra Sinfónica Portuguesa (Maestro titular Antonio Pirolli) Quando em ópera se ouve soar a meia-noite, melhor será precaver a alma, pois invariavelmente as badaladas prenunciam a desgraça que o diga a pobre Amelia de Un ballo in maschera de Verdi. Aquando das passagens de ano, porém, a situação inverte-se de forma radical e os sinos tocam alegrias! Os concertos de Ano Novo, que todos os teatros líricos e auditórios do mundo programam para os primeiros dias de janeiro, quase sempre são festivos e propõem pensamentos positivos e otimistas para o futuro. São por isso neles ouvidos de Viena a Nova Iorque, de Sidney a Lisboa os mais melodiosos, contagiantes e apelativos conjuntos, coros, aberturas, valsas, polcas e galopes. O nosso concerto de Ano Novo, em que se juntam os dois grandes corpos artísticos de São Carlos, será também recheado com peças jubilosas de Johann Strauss II, Emmanuel Chabrier, Charles Gounod, numa vertiginosa e melódica viagem que terminará com o popularíssimo Gallop Infernal da opereta Orphée aux Enfers de Jacques Offenbach, o mais contagiante Can-can da história da música. Uma eletrizante entrada para 2023!