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Cat Power confirmada no 25º Super Bock Super Rock

O cartaz da 25ª edição do Super Bock Super Rock aposta em mais uma voz feminina de peso. Depois das confirmações de Lana Del Rey e Charlotte Gainsbourg, há mais uma senhora que promete conquistar (ainda mais) o público português: a norte-americana Cat Power.

O cartaz da 25ª edição do Super Bock Super Rock aposta em mais uma voz feminina de peso. Depois das confirmações de Lana Del Rey e Charlotte Gainsbourg, há mais uma senhora que promete conquistar (ainda mais) o público português: a norte-americana Cat Power.

Charlyn Marie Marshall é Cat Power para o mundo da música – um mundo que não fica indiferente às suas canções já há mais de 20 anos. O pai era um pianista focado no blues e o padrasto tinha uma coleção de discos invejável, cheia de soul e rock. Estas influências fizeram com que a jovem Marshall começasse a escrever as suas canções bem cedo, contra as indicações dos pais – os verdadeiros amantes da música conhecem os perigos da sua paixão… E a primeira apresentação pública mais a sério deu-se num pub em Brooklyn, algures entre 1992 e 1993, já sob o nome de Cat Power. A partir daí, começa a desenhar-se um dos percursos mais interessantes dos últimos trinta anos de música indie. Nesses primeiros anos, conheceu referências como Liz Phair, Steve Shelley (Sonic Youth) e Tim Foljahn (Two Dollar Guitar), nomes que logo a encorajaram a gravar as primeiras canções e, consequentemente, também os primeiros discos. “Dear Sir” (1995) e “Myra Lee” (1996), gravados num só dia, em Nova Iorque, já nos diziam muita da personalidade artística de Cat Power. O talento era mais do que evidente e surgiu o convite para assinar com a editora Matador e gravar aquele que seria o seu terceiro disco: “What Would the Community Think”. A ansiedade de Cat Power fez com que se mudasse para a Carolina do Sul e desse um tempo à música. E esse hiato só foi interrompido à conta de um pesadelo, um sonho inquietante que foi também uma espécie de visão do seu disco seguinte. “Moon Pix”, editado em 1998, apareceu-lhe em sonhos e foi impossível dizer que não a esse chamamento. Cat Power estava de regresso e esse registo parecia mais adulto e polido do que os anteriores, uma tendência que veio a confirmar-se nos discos seguintes, “You Are Free”, com as participações de Eddie Vedder e Dave Grohl, e “The Greatest”, provavelmente o disco mais bem sucedido até então. A ansiedade e a depressão foram fantasmas que continuaram a pairar sobre a vida de Cat Power e, por isso, também sobre as suas canções, pelo menos até “Sun”, editado em 2012, aquele que é o disco mais luminoso da carreira da cantora. E seis anos depois, Cat Power regressou aos discos como com “Wanderer”. Editado em 2018, este disco é uma espécie de síntese de todos os anteriores, voltando a fórmulas que conhece bem, ao mesmo tempo que entra em diálogo com aquilo que de melhor se vai fazendo no presente. “Woman”, com Lana Del Rey, é uma das faixas obrigatórias. E, curiosamente, as duas vão passar pela próxima edição do Super Bock Super Rockdia 18 de julho, no Palco Super Bock.

 

Já confirmados:

18 de julho
Palco Super Bock – Lana Del Rey, Cat Power, The 1975
Palco EDP – Metronomy

19 de julho
Palco EDP – Kaytranada, Charlotte Gainsbourg, FKJ

20 de julho
Palco Super Bock – Disclosure DJ Set
Palco EDP – Superorganism

 

Preço dos Bilhetes

Fã Pack exclusivo FNAC, quantidade limitada – 95€

Segundo lote de bilhetes:
Passe de 3 dias – 110€
Bilhete diário – 58€

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