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Como se bate um livre à David Luiz? O Belenenses explica

Tivemos uma ideia maluca em dia de Brasil-Alemanha: pôr uma equipa a tentar marcar um daqueles livres à David Luiz, que deu em golão contra a Colômbia. Felizmente, houve quem acompanhasse a loucura do nosso desafio… e conseguisse cumpri-lo na perfeição. Obrigado, Belenenses.

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E se desafiássemos uma equipa portuguesa a tentar marcar um golaço de livre à David Luiz? Que é como quem diz um remate fortíssimo, com a parte interior do pé e um efeito estranhíssimo a mudar a trajetória da bola até balançar as redes?

Nada fácil, é certo, mas não o suficiente para assustar por aí além os corajosos jogadores do Belenenses (quer dizer, seis deles…), que aceitaram ir à descoberta, sem saberem bem do quê e sem tempo para treinarem. O livre à David Luiz demorou um ano a aperfeiçoar, segundo confessou o próprio, após a vitória do Brasil (2-1) sobre a Colômbia, nos quartos de final do Mundial. E com a ajuda não só dos ex-colegas Didier Drogba e Frank Lampard, mas também da genética. “Nasci com os pés abertos. No Brasil a gente fala que são pés ‘dez para as duas’”, explicou o craque brasileiro.

Às 10 da manhã, na pacata vila de Fornos de Algodres, na Guarda, onde o Belém está a estagiar, o silêncio de um treino extremamente físico deu lugar à descontração de Miguel Rosa e companhia. “Vou partir um pé”, sentenciou o ex-benfiquista, curiosamente o habitual marcador da maioria dos livres do Belenenses. “Se nos lesionarmos há seguro?”, questionou Fernando Ferreira, outro dos marcadores de serviço, secundado pelos risos dos colegas Mário Palmeira e Ricardo Alves. Fredy não se atreveu a marcar um livre, mas ainda veio em socorro dos companheiros. “Cuidado aí para não aleijar os jogadores… Não temos pés de pato aqui!”

Mais relaxado estava o único brasileiro da equipa, o também ex-benfiquista Deyverson, natural do Rio de Janeiro. “Só vim para aqui porque sou o mais bonito, né?” Até podia ser, Deyverson, não fosse o caso de teres pontaria absolutamente certeira. Não só à ponta de lança, mas à David Luiz. Para espanto de Matt Jones, o guarda-redes: “O Dey costuma mandar as bolas para o túnel do Restelo…” Hoje mandou-a ao ângulo. A partir de agora podem chamá-lo ‘Deyvid Luiz’. Toma nota, Scolari.

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