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Análise Gaming – ‘Rise of the Tomb Raider’

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Estamos a dias do lançamento do novo Tomb Raider: Shadow of the Tomb Raider. Sai no dia 16 de Setembro e, como tal, achamos que este é o melhor momento para relembrar e re-analisar o último título que saiu: o Rise of the Tomb Raider.      


O jogo saiu em 2015 e, tal como os outros Tomb Raiders, é um jogo de acção e aventura, em que temos o Lara Croft como protagonista. Lara Croft é, sem dúvida, um dos ícones dos vídeos jogos e um dos que tem mais sucesso de sempre.

O Jogo saiu para Xbox 360, Xbox One, PC e Playstation 4.

Rise of the Tomb Raider foi uma tentativa da Crystal Dynamics de trazer de volta os fãs mais antigos da série, isto porque, depois do reboot em 2013, uma das maiores críticas ao jogo foi a falta de enigmas e a falta de exploração, tão característica da série Tomb Raider. Este jogo traz essas característica de volta num mundo semi aberto (o primeiro na série), assim como também regressam os Túmulos que deram origem ao nome do jogo.

Existem então, nove desafios escondidos em túmulos, onde vais ter de usar os teus skills para conseguires resolver o puzzle. Ao resolvê-lo, ganhas novas capacidades que te darão vantagem no desenrolar do jogo. Foi um excelente toque, até porque te traz aquela nostalgia dos primórdios da série, mas com uma abordagem mais recente e com o apoio do sentido de sobrevivência da Lara.

Ainda por cima, numa altura em que o Uncharted tentava assaltar o trono neste género de jogos, explorando exactamente onde o Tomb Raider estava a falhar, a ideia era tornar a Lara mais humana e explicar um pouco a razão dela ser assim.

Pessoalmente gostei bastante da história do jogo:

O pai de Lara investigava a Lenda de Koshchei, o Imortal, mas essa investigação é interrompida com a sua morte. Lara acaba por encontrar as pesquisas do pai e segue as pegadas dele. Vai, portanto, visitar o Túmulo de Koshchei e encontra uma ligação muito forte com a Sibéria. Lara decide seguir essa pista que vai dar à cidade de Kitezh, onde, supostamente, estariam os segredos para a imortalidade. O problema é que a casa de Lara é assaltada por membros da Trindade, levando-os também para a mesma cidade… e estes são os maiores inimigos de Lara nesta aventura.

A tensão do jogo continua em alta, com a história a acompanhar muito bem o gameplay, havendo vários modos de jogar: desde à patrão em  que levas tudo à frente, ou então fazer sair o hitman que há em ti e, num modo stealth, limpas o sebo aos gajos pela calada! Até porque, neste jogo, podes seguir  simplesmente a história ou, então, abres mesmo o teu coração ao teu lado explorador e exploras os mapas, fazendo as side missions e cumprindo os objectivos que o jogo te vai dando.

Também a exploração, a caça e afins te dão XP e esse XP vai fazendo com que a tua Lara evolua, dando um cheirinho de RPG à franquia. De sublinhar que este jogo tem uma boa pelopia de armas: tens metralhadoras, caçadeiras, mas é óbvio que a arma mais importante é o arco, que já vem acompanhando a Lara desde o reboot. Aliás, pelas imagens disponíveis de Shadow of the Tomb Raider, este arco vai continuar a acompanhá-la.

Para quem quer ver a Lara novamente de cabelo em trança e duas armas em punho, ainda não é desta que vamos ver! Ah… e já que falamos do cabelo, é capaz de ser uma das piores coisas a nível gráfico.

Voltanto às armas,  estas sofrem updates durante o jogo, podendo melhorá-las tal e qual o “The Last of Us”.

Os quick time events estão de volta e de uma maneira um pouco chata, porque aqui uma falha pode significar a morte. Depois de muito tempo despendido nestes quick time events, pode tornar-se um pouco frustrante… espero mesmo que no próximo eles consigam trabalhar melhor este ponto, pois tem muito para ser melhorado.

Durante a tua aventura vais apanhando objectos para melhorar a tua personagem e para te prepares para as partes seguintes… e é bom que te enchas de mantimentos antes de te aventurares ou podes ter uma desilusão e ter de voltar para trás.

A nível gráfico, o Rise of the Tomb Raider ainda hoje se aguenta bastante bem. Os cenários são deslumbrantes e dás por ti a simplesmente apreciar o cenário de tão bonito que é. Sinceramente está aqui um trabalho incrível! Menos o cabelo da Lara… que é grande falha, como já tinha indicado antes. A neve seria a melhor neve vista em algum jogo, isto se não tivesse saído este ano o God of War… mas escalar aquelas montanhas até arrepia, mesmo incrível.

O música do jogo foi feita por Bobby Tahouri, um criador de músicas para grandes filmes e séries, como por exemplo o “Game of Thrones” ou o “Iron Man”, portanto estamos a falar de um produtor top notch.

No fundo, Rise of the Tomb Raider pegou em tudo o que tinha feito bem no jogo de 2013, foi buscar um pouco a essência dos títulos originais e deu um dos melhores jogos da série Tomb Raider até hoje. Como já disse, nos dias de hoje este jogo ainda se aguenta muito bem, tanto a nível gráfico, como de gameplay, e até o som.

Na altura do seu lançamento, este jogo recebeu em média entre 8 e 9, mas ainda hoje dou-lhe um 8 facilmente.

Se vais jogar o novo Tomb Raider,  não te esqueças de antes jogar este aqui, para já estar dentro do ambiente do jogo no dia 16 de setembro.

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