7 Sugestões para ler este verão

Desde romances a policiais

Para todos aqueles que gostam de ler enquanto vão até à praia ou para quem gosta de pôr a leitura em dia, apresentamos 7 sugestões de livros para todos os gostos.

Começamos com o novo policial de Paula Hawkins (a escritora do sucesso “A Rapariga no Comboio“), “Escrito na Água” (16,91€), editado pela Topseller. O primeiro livro de Hawkins em Portugal continua a ser um dos livros mais vendidos desde 2015, este segundo livro saiu em Maio deste ano. A história neste segundo livro também é contada por mulheres e tem presente a mesma sensação de suspense, no entanto, desenrola-se à beira-rio, numa localidade onde acontecem mortes estranhas.

 

 

Seguimos caminho para um policial de Shari Lapena, que está a venda desde o final de Junho, “O Casal do Lado” (17,50€) editado pela Presença. O livro conta-nos a história de um casal que numa noite vai jantar a casa dos vizinhos e deixam a filha a dormir no apartamento ao lado, controlando a menina pelo intercomunicador. A dada altura a mãe vai ver como está a filha e encontra o quarto vazio. Ao chamar a policia começam a ser descobertos segredos para além do desaparecimento da bebé. Este livro é um bestseller do “The New York Times” e foi considerado o livro do ano pela cadeia WHSmith.

 

Apresentamos agora o romance “A Musa” (17,01€) da escritora Jessie Burton (autora de “O Miniaturista“), editado pela Presença. A história aqui começa numa galeria de arte, em Londres, nos anos 60, onde uma mulher descobre um quadro perdido durante a guerra civil espanhola. Esse quadro é o portador de inúmeros segredos, nomeadamente a identidade do pintor. A narrativa a dada altura vai recuar até Espanha em 1936, onde um artista (Isaac Robles) e a meia irmã (Teresa) chegam à propriedade da família de Olie Schloss.

 

 

Outro romance para ler nestas férias é o “A Educação de Eleanor” (17,70€), que é o romance de estreia da escritora Gail Honeyman e é editado pela Porto Editora. Neste livro a história contada é a de Eleanor, uma mulher solitária com uma vida perfeitamente banal. Tudo muda quando conhece Raymond, o técnico de informática do escritório onde ela trabalha e Sammy, um idoso que desmaia no meio da rua onde se encontram os três. Este evento vai fazer com que Eleanor alargue os seus horizontes e conheça novas pessoas.

 

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Passamos novamente para os policiais com o novo livro da dupla Lars Kepler (o casal Alexander Ahndoril e Alexandra Coelho Ahndoril escrevem livros juntos com esse pseudónimo), “O Porto das Almas” (15,93€), editado pela Porto Editora. Jasmin é uma mulher que vai parar à dimensão onde estão todos aqueles que morreram e tem de salvar o seu filho, é inspirada no pai de um dos escritores, cujo coração parou durante uma cirurgia. Quando acorda vai contar detalhadamente tudo o que viu e sentiu sobre o local onde esteve.

 

 

De volta aos romances, temos o novo livro de Arundhati Roy, que passados 20 anos depois de “O Deus das Pequenas Coisas“, nos presenteia com “O Ministério da Felicidade Suprema” (17,91€) editado pela ASA. Roy começou a escrever a obra em 2011, mas a autora decidiu interrompe-la para estudar maoistas na Índia. O livro chegou em Junho e nesta nova história temos dezenas de personagens, desde uma mulher solitária a um bebé abandonado, que se cruzam nos bairros cheios de movimento de Velha Delhi.

 

 

Terminamos com o thriller de Dot Hutchison, “O Jardim das Borboletas” (17,50€) editado pela Suma de Letras. A história começa perto de uma mansão isolada onde se encontra um jardim com flores exuberantes, árvores e um colecção de preciosas borboletas, que na verdade são jovens mulheres que foram sequestradas e tatuadas para se parecerem com esses belos insectos. Este lugar está ao cargo do aterrador jardineiro, que é um homem obcecado com a captura e preservação desses espécimes únicos. Ao descobrirem o jardim, os agentes Hanoverian e Eddison do FBI, têm de juntar todas as peças daquele que é o maior quebra-cabeças das suas carreiras. Maya é uma das vítimas que ainda se encontra em estado de choque e o seu relato é feito com meias palavras, cheio de fragmentos e coloca-se a questão, “o que querem dizer as suas meias palavras?”.