Dois corpos perto do ponto de ruptura. Não param, não podem parar. Continuam, continuam sempre. As válvulas de descompressão abertas ao máximo. Não é suficiente, já não chega. Rompem. O que vem depois da ruptura?
A Válvula parte do movimento infinito de Sísifo e liga este mito à nossa condição contemporânea. Vivemos presos num loop e estamos continuamente à procura de válvulas que nos permitam aliviar a pressão. E, a seguir, recomeçamos.