A partir da obra de José Saramago colocámo-nos perante o mundo, ou a possibilidade de vários mundos, como projecção de um futuro, ou como possibilidade, de algo já não tão distante.
Perante nós mesmos, fomo-nos perdendo e encontrando nas inúmeras partículas de pensamento, como dois corpos que mapeiam a sua busca labiríntica, nesta performance-conferência onde os espelhos quebrados são constantes, inúmeros, já que as respostas são também inesgotáveis, indicando que entre a ténue fronteira entre a cegueira e a lucidez, existe a presença constante do Poder.
Se tudo está em constante mudança no universo de Saramago, em #ENSAIO, sobra-nos apenas ter a capacidade de olhar para ver e depois de ver, reparar.