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‘No silêncio da primeira onda’ | Dança Inclusiva no São Luiz Teatro Municipal

Estreia amanhã, 20 de fevereiro, no São Luiz Teatro Municipal o espetáculo de dança 'No silêncio da primeira onda'. Em palco sete bailarinos com e sem deficiência celebram a diversidade humana lançando o desafio para um mundo e um palco cada vez mais plurais.
Estreia amanhã, 20 de fevereiro, no São Luiz Teatro Municipal o espetáculo de dança ‘No silêncio da primeira onda’. Em palco sete bailarinos com e sem deficiência celebram a diversidade humana lançando o desafio para um mundo e um palco cada vez mais plurais.

O espectáculo ‘No silêncio da primeira onda’, dirigido pelo coreógrafo Rafael Alvarez no âmbito do Projecto WAVE, resulta de uma colaboração entre a BODYBUILDERS e a Plural_Companhia de Dança/Fundação LIGA em parceria com a Escola Superior de Dança/Instituto Politécnico de Lisboa.

Esta nova criação da Plural aprofunda o seu percurso pioneiro de mais de 24 anos na Dança Inclusiva, contando com a participação de bailarinos com diversidade funcional, alunos finalistas e diplomados da Escola Superior de Dança, parceiro regular da Plural desde 2000. Em palco sete bailarinos com e sem deficiência celebram a diversidade humana lançando o desafio para para um mundo e um palco cada vez mais plurais.

No silêncio da primeira onda, somos levados a mergulhar com os nossos corpos de papel num mar de emoções, imagens, memórias, sombras e promessas de futuros plurais. No intervalo de uma onda e no vazio imenso de uma folha de papel, somos livro aberto, folha em branco, tela despida pelo olhar, trazendo no corpo um mar de razões para celebrarmos a diversidade – Sete ondas para sete intérpretes, numa onda que liga e abraça. O silêncio permite a escuta, abre espaço ao outro, permite o encontro de nós mesmos.

O mar limpa, lava, traz e leva de volta. Invade, inunda, envolve, purifica e afunda. Rebenta e pacifica. É mergulho, agitação, energia vital, revolução e revolta. É espuma dos dias, azul infinito. É profundidade e espelho. É liberdade e transparência. É mundo e horizonte sem fim. No silêncio somos onda (de mudança). Entre imobilidade e velocidade, perto e longe, mais perto do que longe navegamos de oriente para ocidente, no silêncio da primeira onda.

NO SILÊNCIO DA PRIMEIRA ONDA
Foto: Elisabeth Vieira Alvarez

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