Rei Édipo parte do “cânone ocidental” do mito edipiano de Sófocles para a contemporaneidade, permitindo uma reinterpretação do tempo presente, através da exploração de vários estágios de reconhecimento e do pathos ético que o acompanha. O mito surge imerso em retóricas distorcidas, futurologia, demagogia e misticismo, sem capacidade para reconhecer a verdade dos factos. Esta será a nossa tragédia. Rei Édipo é uma coprodução do Teatro Diogo Bernardes, Centro Cultural de Belém, Teatro Nacional de S. João, Theatro Circo e Teatro Municipal da Guarda
Ficha Artística
A partir da tragédia de Sófocles
Criação, Direção e Cenografia SillySeason: Cátia Tomé, Ivo Saraiva e Silva, Ricardo Teixeira
Figurinos e Adereços SillySeason: Inês Ariana
Música: Ricardo Remédio
Desenho de Luz: Paulo Santos
Apoio ao Movimento: Rodrigo Teixeira
Produção Executiva: Inês Pinto
Interpretação: Cátia Tomé, Ivo Saraiva e Silva, Mónica Calle, Rafael Carvalho, Ricardo Teixeira, Vítor Silva Costa
Coprodução
SillySeason, Centro Cultural de Belém, Theatro Circo, Teatro Municipal da Guarda, Teatro Diogo Bernardes, Teatro Nacional São João
Apoio: Companhia Olga Roriz, Cão Solteiro Residências 120, Teatro do Eléctrico, Rua das Gaivotas 6
Informações Adicionais
– As portas abrirão, meia hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo. – Os espetáculos terão início à hora marcada e não será permitida a entrada após o início dos espetáculos. – O bar do Teatro Diogo Bernardes encontra-se encerrado. – Espetáculo recomendado a maiores de 16 anos de idade.