Tudo começa nos vestígios da Guerra da Trindade, encontrados na ilha de São Tomé e Princípe, pela encenadora Zia Soares e pelo músico Xullaji. Os mortos foram amontoados em valas comuns ou nunca encontrados, num exercício de violência perpetrado pelo invasor que acredita que ao despojar os mortos dos seus nomes os condena ao esquecimento. Esses mortos são celebrados anualmente num desfile ritualístico em São Tomé. O espetáculo transporta essa esfera carnavalesca para o palco e para a performance, na tentativa de, pelo menos na ficção, revogar o seu abandono.
apoios Academia Arte&Dança, Associação Mén Non, Batoto Yetu, CACAU, Câmara Municipal da Moita, Carlos Caetano – Construções Ilimitadas, Casa da Dança, DeVIR/CAPa – Centro de Artes Performativas do Algarve, Foundation Obras, Fundação Alda Espírito Santo, Hangar, Junta de Freguesia Misericórdia, Khapaz, Polo Cultural Gaivotas Boavista, República Democrática de São Tomé e Príncipe – Embaixada em Portugal, ROÇAMUNDO-Associação para Cultura e Desenvolvimento, TerranoMedia
agradecimentos Ana Torres, Benvindo Semedo, Carlos Espírito Santo, Carlos Neves, Célia Pires, elenco “Machim Gang”, Jair Pina, João Carlos Silva, Lamine Torres, Luisélio Salvaterra Pinto, Noé João, Olavo Amado
O Teatro GRIOT é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal – Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes e pela Câmara Municipal de Lisboa;
Zia Soares é uma artista apoiada pela apap – Feminist Futures, um projeto cofinanciado pelo Programa Europa Criativa da União Europeia