LUMINA é fruto do desafio lançado a Manuel Abrantes, desenhador de luz, convidado por Bestiário para a co-direção artística de um projeto cujo ponto de partida fosse o desenho de luz. Este encontro convidou-nos a refletir sobre o excesso do contemporâneo: velocidade, ruído, dicotomias natural:artificial, orgânico:máquina, transumanismo, dataísmo e digitalização. Contudo, e talvez como contraponto à claustrofobia provocada pelo cerco tecnológico, LUMINA depende sobretudo da iluminação convencional de cena e do corpo de intérpretes que habitam e manipulam o espaço criado pela luz. Este espetáculo, que surge também como um desafio à normatividade da criação teatral, revela-se um retrato abstrato da contemporaneidade através de imagens que expõem o excesso, o belo, a aflição e a transcendência provocados na/pela luz.
Ficha Artística
direc¸a~o arti´stica e desenho de luz manuel abrantes direc¸a~o arti´stica, texto e encenac¸a~o miguel ponte criação e interpretac¸a~o afonso viriato, helena caldeira joana petiz, teresa vaz música e ambiente sonoro filipe baptista cenografia e figurinos daniela cardante apoio dramatúrgico antónio pedro marques vídeo Droid.ID, rafael fonseca fotografia estelle valente produção bestiário, diana almeida assessoria de comunicação helena marteleira logotipo sérgio condeço e neurónio caderno de espetáculo bruno inácio
Informações Adicionais
apoios Bolsa d’O Espac¸o do Tempo Fundac¸a~o La Caixa BPI, República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, Câmara Municipal de Lisboa, Polo Cultural das Gaivotas
residência artística O Espac¸o do Tempo, Teatro Viriato, Metamorphose – Centro de divulgação artística coproduc¸a~o O Espaço do Tempo (residência artística), Centro Cultural de Belém, Teatro Viriato
parceiros de comunicação Coffeepaste, Gerador agradecimentos BlackBox, david erlich, Devir CAPa, Dizplay Soundlab, editora Bestiário, francisco leone, luís relógio, mickaël soares, mickaël de oliveira, mo´nica talina, Metamorphose – Centro de divulgação artística, Oskar&Gaspar, rua das gaivotas 6, ruy malheiro, Teatro da Garagem, Teatro Nacional D. Maria II, yago barbosa