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FESTIVAL PEDRA ROCK regressa para a 12.ª edição a 4 de maio

FESTIVAL PEDRA ROCK vai regressar a Alcobaça, a 4 de maio, onde realizará a sua 12.ª edição, que se assume como uma edição ibérica, ao trazer duas bandas espanholas para compor o seu cartaz.

Este ano, o festival assume uma edição ibérica com duas bandas espanholas a compor o cartaz nomeadamente os THE SMOGGERS uma referência do garage rock do país vizinho tendo sido o álbum de 2016 considerado por várias revistas da especialidade um dos 10 melhores discos nacionais do ano, e as JUANITA BANANA banda totalmente feminina, uma revelação que este ano tem sido convidada para participar nos festivais alternativos mais importantes em Espanha.

Das bandas portuguesas, irão actuar os 10000 RUSSOS, banda com um currículo internacional consolidado, o regresso único e exclusivo dos SIDEWALKERS, banda de Alcobaça que em 2009 foi considera uma revelação Novos Talento FNAC, e MARCIANO o projecto one man band banda de Leiria.

Este festival para além de concertos promove outros eventos também como é o caso da apresentação do livro Uma Cena ao Centro de Pedro Miguel, conhecido jornalista e editor de Leiria que em 2018 editou este livro sobre o movimento alternativo musical no distrito de Leiria nos anos 90, bem como a exposição de fotografia de Iolanda Pereira, uma jovem talentosa que tem feito cobertura  de quase todos os concertos que passam pela região centro.

Um festival que se realiza há 12 anos, com poucos apoios, a realizar no Lagar do Rancho nos Moleanos – Alcobaça Coordenadas GPS: 39°30’24.9″N 8°55’10.0″W). As portas abrem às 21 horas, os concertos começam às 22 horas e o bilhete custa apenas 5 euros (compra antecipada) e 7 no dia do evento.

FESTIVAL PEDRA ROCK 2019 Cartaz oficial ALTERADO

THE SMOGGERS (Espanha)

São definitivamente uma das bandas mais excitantes da cena Garage Punk europeia. Chamaram a atenção do meio alternativo e underground há uns anos atrás com uma sonoridade única e ao mesmo tempo revivalista, misturando a agressividade punk dos anos 80 com o fuzz psicadélico garage dos anos 60 lembrando bandas como os Fuzztones, Outta Place, Chesterfield Kings, Miracle Workers, Gruesomes entre outros. Existem desde 2007 e desde aí já editaram 5 albuns e tocaram por toda a Europa em festivais de referência.

10000 RUSSOS (Portugal)

Os 10000 Russos são uma força formidável dentro do psicadelismo moderno. O seu psych/post punk tem largado charme por todo o lado com as referências aos mantras xamânicos e a inclinação Krautrock. Após o seu álbum de estreia e a edição conjunta com os The Oscilation, o segundo álbum Distress Distress editado em 2017 levou-os a percorrer pela Europa por duas vezes com mais de 100 espectáculos alguns deles esgotados e vários festivais como Spacefest em Gdansk, Fuzz Club Fest em Eindhoven, Paredes de Coura em Portugal, Psych em Bloom 3D Fest em Stuttgart ou Label Mates Fest em Londres. Uma banda referência não apenas nacional, mas internacional, sem dúvida.

SIDEWALKERS (Portugal)

Depois de em 2009 terem sido considerados banda Novos Talentos FNAC e terem participado na curta-metragem Perdido e Achado de Victor Santos, os Sidewalkers editaram em 2011 o álbum de estreia em 2011 tendo, a partir daí, actuado por todo o país nas salas mais importantes e alguns festivais de referência como os Paredes de Coura, Festa do Avante, OesteFest entre outros. Amantes de canções simples e directas, o universo Sidewalkers não é um cenário negro e depressivo mas um quadro aberto a todas as emoções e pensamentos em que tudo se pode escrever, como se tivéssemos os olhos fechados. Depois de anos de inactividade, regressam para um concerto único e exclusivo onde prometem algumas surpresas.

JUANITA BANANA (Espanha)

Das profundezas das cavernas e criadas pelas desconhecidas deusas Tiki chegam as Juanita Banana. Compostas por cinco trogloditas que, baseadas em rugidos, uivos e sons no mais puro estilo dos anos 60 conseguiram formar um conceito único, selvagem e combativo. Influenciadas por bandas como os The Cramps, The Ventures, Vice Barons e claro as grandes 5.6.7.8’s, estão prontas para nos fazer imergir no lado mais selvagem e viciante do garage surf e rock’n rol. Estreia em Portugal desta banda revelação em Espanha em 2019.

MARCIANO (Portugal)

Projecto a solo de Marciano Silva (Canker Bit Jesus, Homem de Marte). O seu crescimento deu-se no seio do rock mas foi na linguagem pop com reminiscências anos 80 que encontrou neste momento o meio para exprimir as mais variadas influências que vão do fado até ao industrial. Emotividade, atitude, irreverência e neo-romantismo são palavras-chave para descrever mARCIANO. A mistura destes elementos e a falta de rotulagem fazem com que seja alvo de comparações com António Variações, Heróis do Mar, Sétima Legião e até Paulo de Bragança. De Leiria, para abrir o Festival Pedra Rock!!!

APRESENTAÇÃO DO LIVRO UMA CENA AO CENTRO 1990-1999

De Pedro Miguel

Edição de autor, 2018

Na década que aqui se analisa (1990-1999), perante a resistência e falta de soluções para tocar ao vivo num ambiente urbano, mas que ninguém podia parar, as periferias representaram um papel fundamental na Cena ao Centro. Numa altura em que parecia que os Mercedes tinham prioridade nos cruzamentos, foram criadas soluções criativas, únicas. Muita coisa mudou, só podia ser assim. Mas, face a episódios recentes, muito continua na mesma. O populismo voltou a crescer e a frivolidade do entretenimento lidera em muitas frentes. Com as devidas adaptações, aprenda-se com o passado, acautele-se o presente e o futuro. Entre bandas grandes e pequenas, a brincar ou mais a sério, no livro estão quase 300 bandas de Leiria, Marinha Grande, Caldas da Rainha, Alcobaça, Peniche, Nazaré e Pombal. Ali faz-se o levantamento de quem era quem, dos sítios onde tudo acontecia.

https://ppl.pt/prj/cena-ao-centro

EXPOSIÇÃO FOTOGRAFIA LIVE ROCK

De Iolanda Pereira

Mais de 100 fotografias tiradas por esta jovem talentosa de uns tantos e quantos concertos de música realizados em Portugal neste últimos anos incluindo o Festival Pedra Rock de 2018. Iolanda Pereira reside em Amiais de Cima (Santarém). Começou a interessar-se por fotografia mais ou menos aos 16 anos, mas só aos 23 percebe que fotografar concertos é o que mais a cativa no mundo da fotografia. De forma autodidacta, fotografa regularmente concertos, independentemente do estilo, porque é a música que a move. No entanto, é o rock que prevalece e tem um cantinho especial no seu coração.

http://iolandaantpereira.blogspot.com/

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