Programa O dia de hoje Quanto mais pode a fé que a força humana. Os Lusíadas, Canto III, Est. 111, Luís Vaz de Camões (c. 1524/1525-1580) 1. Na fomte está Lianor, Villancico anónimo (s. XVI) 2. Minina dos olhos verdes, Villancico anónimo (s. XV/XVI) 3. La terrible pena mya, Filipe Faria (n.1976) e Sérgio Peixoto (n.1974) sobre texto de vilancicos anónimo (s. XVI) 4. Mis arreios son las armas, Filipe Faria e Sérgio Peixoto sobre texto de vilancicos anónimo (s. XVI) A partida Que, nos perigos grandes, o temor É maior muitas vezes que o perigo; Os Lusíadas, Canto IV, Est. 29, Luís Vaz de Camões (c. 1524/1525-1580) 5. Adoramus te, Cancioneiro de Montecassino (s. XV) 6. Parto triste saludoso, Filipe Faria (n.1976) e Sérgio Peixoto (n.1974) sobre romances anónimos (s.XVI) A viagem E à terra que se não deixa salgar, que se lhe há-de fazer? Sermão de Santo António aos Peixes, 1654, Pe. António Vieira (1608-1697) 7. Mosé salió de Misraim, Romance Sefarad (Norte de África) 8. Olá zente que aqui samo, Vilancico “Negro” de Santa Cruz de Coimbra (s. XVII) 9. A força de cretcheu, Eugénio Tavares (1867-1930) Acabemos de nos desenganar, antes que se acabe o tempo. Sermão de Dia de Ramos, 1656, Pe. António Vieira (1608-1697) 10. Variação sobre Seguiriya, Trad. Andaluzia/Juan de la Fuente Alcón 11. Tarantella, Trad. (Itália), arr. Tiago Matias 12. Pues que veros, Filipe Faria e Sérgio Peixoto sobre texto de vilancico anónimo (s. XVI) A permanência E quando foi ao p.ro de abril desaparecemos de Malaqua [Macau] e asy fomos ao longuo da costa até a Ilha q se chama pulo pisão onde estiuemos de todo perdidos com hua muj.to grande trouoada q nos deu e em tanta man.ra q se noso snõr não fora seruido de se faser a vella em pedaços acabada era a viagem com a vida de nos todos. Peregrinação, 1614, Fernão Mendes Pinto (c.1509-1583) 13. Bastiana, Tradicional (Macau/China) 14. Farar far, Tradicional (Goa/Índia) 15. Ko le le mai, Tradicional (Timor) E conhecendo hum daquelles, que como mayoral ou mestre da musica gouerna os outros, o Gaspar de Meirelez, lançou mão por elle para tanger, & metendolhe na mão hua viola lhe disse, rogote que cantes o mais alto que puderes, porque te ouça este defunto q aquy leuamos, porque te affirmo que vay muyto triste pela saudade que leua de sua molher & de seus filhos a que em estremo era affeiçoado (…) Peregrinação, 1614, Fernão Mendes Pinto 16. Takeda no komoriuta, Tradicional (Japão) 17. Biem podera my desvemtura, Filipe Faria e Sérgio Peixoto sobre texto de vilancico anónimo (s. XVI)
Interpretação
Sete Lágrimas Filipe Faria e Sérgio PeixotoDirecção Artística
Filipe FariaVoz Sérgio PeixotoVoz Pedro CastroFlautas e Oboé Barroco Tiago MatiasAlaúde, Guitarra Barroca, Tiorba Mário FrancoContrabaixo Baltazar MolinaPercussão