Maestro, compositor, pedagogo… Eugène Bozza foi uma figura destacada no panorama musical francês durante grande parte do século XX. Esteve à frente da Opéra-Comique de Paris nos anos 1940. Foi depois Diretor do Conservatório de Valenciennes durante mais de duas décadas. Compôs um número significativo de óperas, bailados, sinfonias e concertos para solista e orquestra. Porém, foi a música de câmara que lhe trouxe mais reconhecimento internacional. Bozza era frequentemente contratado por instituições de ensino para compor pequenas peças destinadas a exames e concursos; muitas vezes para solista acompanhado ao piano. Apesar de ter iniciado a carreira profissional como violinista, tendo mesmo ganho um prémio no Conservatório de Paris em 1924, as obras para instrumentos de sopro assumiram particular relevância. Com efeito, a tradição musical francesa sempre investiu muito nestes instrumentos. Trata-se também de música bastante atraente quer para níveis de formação quer para profissionais. Concilia o virtuosismo com a expressão lírica. Faz convergir múltiplas tendências estilísticas, desde as mais clássicas até às impressionistas, até mesmo o jazz. Neste recital, os Solistas da Metropolitana colocam o oboé, o fagote e a trompete à frente do piano.
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