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Sting no MEO Marés Vivas 2017

O cantor actuou no domingo, 16/07

Sting actuou este domingo, dia 16/07, no Festival MEO Marés Vivas no Cabedelo, em Gaia e foi, sem qualquer margem para dúvidas o melhor concerto dos três dias do Festival.

A movimentação para junto do palco começou antes do concerto de Joe Sumner, mas foi aumentando com o passar das horas, todos queriam garantir o melhor lugar para verem o grande nome da noite, Sting. Foi o dia que teve mais afluência, principalmente junto ao palco.

As horas foram passando e às 23h em ponto o concerto começou. O público aplaudiu e recebeu Sting de braços abertos, ansioso por ver o que iria acontecer, “será que vai apresentar as músicas do novo álbum? ou será que vai cantar os clássicos mais conhecidos?”. A resposta surgiu rapidamente quando o músico começou o concerto com “Synchronicity II“, um êxito dos Police.

O concerto de Sting foi uma junção de músicas dos Police, canções novas e os grandes clássicos, que contou com o filho, Joe Sumner e mais quatro músicos que tiveram igual destaque nos momentos certos do concerto. Em todas as músicas contamos com um público caloroso, que aplaudiu e cantou de cor as letras das músicas.

English man in New York” foi tão aplaudida que parecia o fim do concerto, mas que ainda ia na quarta música tocada. Foi um concerto com aproximadamente 1h30, que fez Sting voltar ao palco por duas vezes para o encore. O público entusiasmado e completamente concentrado no palco tornou o espetáculo ainda mais memorável.

A dada altura, contamos com Joe a substituir o pai, que se disse cansado e pediu ajuda ao filho. Foi um momento fantástico para Joe que horas antes abriu o terceiro e último dia do MEO Marés Vivas. Teve o palco só para si mesmo a meio do grande concerto de Sting.

Ouvimos Sting a falar um português muito bom quando apresentou a banda e nos disse que estava muito feliz por lá estar. “Shape of My Heart” foi cantado num dueto com o filho, que deu ainda mais grandiosidade ao concerto. O hit “Message in a Bottle” também não podia deixar de aparecer, assim como “Walking On The Moon” e “Desert Rose“.

Quando surgiu o tema “Roxanne” o público entrou em delírio, mas mal sabíamos o que nos esperava, foi mais longo do que o original e que a dada altura se tornou em “Ain’t no Sunshine” e quando terminou, instalou-se um enorme silêncio que terminou mal Sting retomou o tema “Roxanne”.

Quando surge o primeiro encore, podemos ouvir as músicas “Next to You” e o eterno clássico que deixou todos a suspirar por mais “Every Breath You Take“. No fim, retiram-se mais uma vez.

O público continuou a chamar por eles e Sting não resistiu a voltar e a fazer a vontade às 25.000 pessoas que estavam no recinto e fez as delicias aos fãs, com uma última música antes da despedida final, “Fragile” é a escolhida pelo músico.

Assim, em suma, o concerto de Sting foi grandioso, fantástico e se durasse mais 30 minutos, 1 hora ou mais, ninguém no público se teria importado, muito pelo contrário, continuariam a saltar, dançar e cantar juntamente com Sting.

Chegamos ao fim todos satisfeitos, com a sensação que estávamos prontos para mais. Deixou-nos com um certo sentimento de melancolia ao longo de uma viagem pelo nostálgico rock de Sting e dos Police.

Alinhamento do concerto

Synchronicity II
If I ever lose my faith in you
Spirits in the material world
English man in New York
Every little thing she does is magic
She’s too good for Me
Petrol Head
Fields of Gold
Shape of my Heart
Message in a Bottle
Ashes to Ashes (David Bowie)
50.000
Walking on the Moon
So Lonely
Desert Rose
Roxanne / Ain’t no Sunshine

Next to You
Every Breath you Take

Fragile

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