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Crítica: “The Strangers – Predadores da Noite” (The Strangers – Prey At Night)

, Crítica: “The Strangers – Predadores da Noite” (The Strangers – Prey At Night)

Dez anos depois de “Os Estranhos” terem batido à nossa porta pela primeira vez, chega agora a sequela: “The Strangers – Prey At Night”, que conta com Christina Hendricks e Bailee Madinson nos papéis principais.

Em 2008, “Os Estranhos” bateram à nossa porta pela primeira vez, num filme protagonizado por Liv Tyler e realizado por Bryan Bertino.

“The Strangers” apresentava-nos a história verídica de um casal que estava numa casa de férias isolada de tudo o resto e que começou a ser aterrorizado por três pessoas com máscaras, cujas identidades permaneceram secretas durante todo o filme.

Agora, dez anos depois, chega a sequela: “The Strangers – Prey At Night”, protagonizado por Christina Hendricks, Bailee Madison, Martin Henderson e Lewis Pullman e realizado por Johannes Roberts.

O filme traz de volta os três estranhos do primeiro filme, mas desta vez o alvo é uma família que está num parque de caravanas sinistro.

À medida que a trama vai avançando, vamos percebendo que não estamos perante uma obra de arte e que nem é capaz de ser tão razoável como o primeiro filme. Os diálogos são fracos, assim como as representações dos atores e a maneira como tudo se desenrola parece forçada – como, por exemplo, a primeira morte do filme.

Para piorar, o filme não acrescenta nada ao primeiro e parece ser apenas uma cópia, mas em circunstâncias diferentes. Aliás, o filme parece ser mesmo uma cópia de vários outros filmes. No final, chegamos a pensar que certas cenas já foram feitas várias vezes noutros filmes do género.

No entanto, nem tudo é mau. Felizmente, “The Strangers – Prey At Night” transmite uma boa vibe dos anos 80, com uma fantástica banda sonora cheia de êxitos. Infelizmente, as músicas parecem ter sido mal utilizadas, visto que nem condizem com os momentos em que tocam.

Por fim, e por uma questão de gosto pessoal, tenho de destacar uma parte deste filme: a cena da piscina, cheia de cores néon, capaz de contrastar com tudo o resto (até a nível de qualidade). Visualmente é uma cena bem conseguida e bastante agradável. Talvez a única parte realmente interessante do filme.

“The Strangers – Prey At Night” talvez consiga entreter durante uma hora e meia mas, no geral, é um filme bastante fraco e incapaz de responder a questões que o primeiro filme nos levantou: quem são os estranhos e porque matam?

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