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Critica: “A Cidade Perdida de Z” (Lost City of Z)

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O filme “A Cidade Perdida de Z“, retrata a grande aventura de Percy Fawcett (Charlie Hunnam) começa em 1905, na Irlanda. E é mais do que uma simples busca por uma cidade, glória ou até mesmo ouro. É realizado por James Gray e conta com Tom Holland, Edward Ashley, Angus Macfadyen no elenco.

Percy, interpretado magnificamente por Charlie Hunnam, embarca numa perigosa aventura, quando é chamado pela Royal Geographic Society, em Londres para uma missão. A ele irá juntar se Henry Costin (Robert Pattinson), que também representa o personagem de forma fantástica.

Na sua primeira aventura, acabam por descobrir vestígios de que poderá ter existido uma civilização mais antiga, a que Percy chama de Z e à qual quer regressar. Mas, durante a sua jornada Percy deixa a sua mulher e filhos para trás.

O filme, conta-nos a grande aventura de Percy em busca de uma cidade perdida que ele acreditava que existia e que estava tão empenhado a encontrar. Mas conta-nos também que é possível ter uma relação com uma mulher (Nina – “Sienna Miller“, que o apoia na sua decisão de ir atras das suas crenças, tomando ela conta dos filhos sozinha, com tão pouco contacto com o marido ao longo da sua ausência.

É a primeira altura em que o filme nos deixa a pensar, em como nós somos tão privilegiados em relação a eles, com a tecnologia existente nos dias que correm, é tão fácil manter contacto com quem nos é próximos enquanto que naquela altura era difícil ou quase impossível.

Temos no filme um papel feminino forte e independente, que chega a ser um pouco fora da época. No entanto, ela é o pilar da família quando o marido não esta e juntos são uma família que se completa. E ao contrario do que é habitual, temos uma personagem principal que não quer ouro nem gloria, mas sim descobrir algo que ninguém conhece, para poder juntar isso à historia da humanidade.

O filme é cheio de reviravoltas inesperadas, num cenário verde fabuloso. A junção com a banda sonora dá aos espectadores uma sensação de serenidade fantástica. No entanto, perde porque nos deixa com a sensação de que o fim é apressado e ficamos com algumas duvidas sobre o que realmente aconteceu.

Ao longo do filme, há algumas personagens que adoramos e outras que passamos a detestar. Não é um filme que nos faça rir ou chorar. É um filme que nos faz sonhar com explorações, em descobrir o que ainda ninguém foi capaz de descobrir e no quão amigável ou perigosa pode ser uma floresta e os seus habitantes, sejam eles animais selvagens ou seres humanos. Deixa nos com vontade de sermos mais aventureiros e de arriscarmos mais um pouco.

Vale a pena uma ida ao cinema para embarcar numa aventura pelas selvas verdes e quase intocáveis.

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