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Crítica: “Baywatch: Marés Vivas”

Quem não se recorda de David Hasselhoff, como Mitch Buchannon, ou Pamela Anderson, como C.J. Parker, na mítica série "Baywatch: Marés Vivas" que dava na televisão todos os Verões. Passados 16 anos, o franchise recebe uma nova versão, desta vez adaptada para cinema. Estreia nos cinemas no dia 20 de Julho de 2017.

Quem não se recorda de David Hasselhoff, como Mitch Buchannon, ou Pamela Anderson, como C.J. Parker, na mítica série “Baywatch: Marés Vivas” que dava na televisão todos os Verões. Passados 16 anos, o franchise recebe uma nova versão, desta vez adaptada para cinema. Estreia nos cinemas no dia 20 de Julho de 2017.

“Baywatch: Marés Vivas” está de volta num remake que conta com um elenco bastante popular, onde se destacam Zac Efron e Dwayne Johnson.

Apesar de se se enquadrar no portefólio de Zac Efron, numa combinação entre “Má Vizinhança” e o “Um Avô Muito à Frente” com um toque de praia, é Dwayne Johnson (o novo Mitch Buchannon) quem consegue a prestação mais coerente ao longo do filme.

Sempre num tom leve e animado, o filme assenta num enredo simples que faz-nos questionar como consegue ter quase duas horas de duração. Os corajosos nadadores-salvadores Emerald Bay (Flórida) – na série televisiva a praia era em Los Angeles (Califórnia) – decidem não só salvar pessoas, como destruir os negócios de Victoria Leeds (Priyanka Chopra), chefe de uma organização criminosa de tráfico de droga.

Assistimos a menos cenas de acção do que podíamos esperar, que são acompanhadas por efeitos visuais muito pouco conseguidos (talvez seja a parte mais cómica do filme). As cenas de comédia acabam por dominar o filme, sendo que os cameos e alguns gags são diluídos nas excessivas referências de Pop Culture e piadas menos conseguidas.

A classificação etária de “R-Rated” (maiores de 17 anos) vai de encontro ao público que assistiu à série, onde voltamos a assistir a várias câmara lenta – quem não se recorda da Pamela Anderson a correr pela praia – e a cenas que não deixariam outra margem para uma classificação etária mais baixa.

Mesmo assim, tal como Baywatch cativava as pessoas durante o verão, este filme poderá ter algum sucesso no cinema neste Verão, mas será acima de tudo aposta na TV durante as próximas épocas balneares.

No fim, segundo Dwayne Johnson, se o público passar um bom momento não há críticas que o mandem a baixo.

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