Uma festa artística de fraternidade. Uma cornucópia cultural.
Em Cornucópia, reúne-se um grupo de artistas. O seu passado pode incluir migrações, exploração colonialista, eventualmente guerras, mas também acordos de paz e histórias de amor. É esse passado que vão comparar, tentando perceber como as suas respetivas histórias se terão cruzado. No palco, a situação é de festa: uma festa popular numa povoação inventada, rodeada de uma paisagem onde se vê uma profusão de construções de todo o mundo. Partindo da Europa, Cornucópia torna-se um espetáculo musical e coreográfico global. Cria-se um esperanto performativo. Artistas que parecem não ter nada em comum encontram-se no palco, não apenas para demonstrar que são variantes de uma matéria genética comum e que a sua condição comum é a de habitantes deste pequeno planeta, mas também para celebrar a multiplicidade cultural. Uma “obra de arte total” feita de hibridez. Uma etnicidade global inventada. Uma festa artística de fraternidade. Uma cornucópia cultural.
Ficha Artística
direção Jorge Andrade, com assistência de Maria Jorge cocriação e interpretação André Cabral, Bruno Huca, Gonçalo Cabral, Lewis Seivwright e quatro performers a anunciar coreografia Lander Patrick cenografia José Capela, com edição de imagem de António MV figurinos José Capela direção musical a anunciar luz Rui Monteiro direção de produção Pedro Jordão produção executiva Andreia Bento direção técnica João Fonte coprodução Centre Pompidou, Teatro Nacional D. Maria II e Teatro Municipal do Porto Rivoli / Campo Alegre . residência de coprodução O Espaço do Tempo
A mala voadora é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes, conta com o apoio da Fundação “la Caixa” / BPI, e é associada d’O Espaço do Tempo.
Metro – Linha Azul (estação Restauradores) / Linha Verde (Rossio) CP – Estação do Rossio Autocarros/eléctricos Carris – Restauradores/Praça da Figueira