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Dos casinos para a literatura: três ficções indispensáveis sobre jogos de aposta

Hoje, os jogos de casino encontram-se em todo o lado. Em músicas, filmes, na Internet, em encontros de amigos… Estamos bem familiarizados com jogos como o póquer e o blackjack, mas também com o imaginário que cerca o ambiente de casino, com o seu luxo e efervescência.

O cinema tirou proveito desse imaginário e presenteou-nos com obras incríveis, como “Casino” (1995), dirigido por Martin Scorsese, e “A Última Cartada” (2008), inspirado na história verídica de jovens que ganharam milhares de dólares em Las Vegas. No universo musical, diversos artistas exploraram a ação, a emoção e até as lições dos jogos de casino para escrever suas letras. De Elvis Presley, com “Viva Las Vegas” (1963), a The Rolling Stones, com “Casino Boogie” (1972), muitos são os músicos que se empolgaram com o tema.

A Internet, por sua vez, revolucionou o mundo dos casinos, ao levá-lo direto às casas dos jogadores, sem que ele perdesse o seu encanto. Atualmente, muitos operadores online de casino funcionam de forma legal em Portugal, como é o caso do Nossa Aposta, pertencente a um dos maiores grupos de comunicação social do país, a Cofina.

Contudo, bem antes de tudo isso, os jogos de aposta já haviam conquistado a literatura e sido, em parte, responsáveis por algumas obras-primas que não podem ser esquecidas. Inclusive, ambos os filmes citados acima foram baseados em livros. Continue a ler este artigo e descubra três ficções literárias incríveis que abordam o mundo dos casinos.

O Jogador

O escritor russo Fiódor Dostoiévski era ele próprio um frequentador de casinos. Além da sua paixão pelos jogos, o autor transportou também o seu amor por uma mulher chamada Pauline para o romance “O Jogador”, de 1867. Na obra, o protagonista e narrador Alexei Ivánovitch, que reside na cidade ficcional de Roletemburgo, um ambiente de casinos na Alemanha, recebe um pedido de sua amada Pauline: apostar na roleta, para conseguir o dinheiro de que ela tanto precisa.

Casino Royale

“Casino Royale”, escrito pelo autor britânico Ian Fleming, em 1953, ofereceu ao mundo, pela primeira vez, uma aventura do agente secreto 007, protagonista de 12 romances e de duas coleções de contos de autoria de Fleming, além de mais de 40 livros escritos por outros autores após a morte do criador de Bond. O agente também protagonizou 26 filmes.

Em “Casino Royale”, James Bond recebe a missão de jogar bacará no Casino Royale-Les-Eaux, na França, e vencer o tesoureiro de um sindicato controlado pela SMERSH, o departamento de contra-espionagem do órgão de inteligência da União Soviética.

Os Tolos Morrem Antes

Os fãs do filme e do livro “O Padrinho” (1969) certamente já conhecem Mario Puzo, o autor ítalo-americano criador da história ficcional de Don Vito Corleone e de toda a sua “famiglia”. Enganam-se, contudo, os que pensam que este grande sucesso é o “filho” literário preferido de Puzo.

O autor já declarou que considera “Os Tolos Morrem Antes” (“Fools Die”), publicado em 1978, o seu melhor romance. Neste thriller, Puzo explora o mundo emocionante dos casinos de Las Vegas, num enredo que envolve traições, violência e luxúria.

Seja a sua paixão a literatura, seja o casino, certamente vai gostar dessas obras indispensáveis da ficção mundial. Escolha uma delas e mergulhe no universo de ação e opulência dos jogos de aposta.

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