Um texto sobre as grandes migrações forçadas de comunidades desfeitas, culturas colapsadas escapando da violência: “Uma família, que há gerações foge da guerra, chega, por fim, ao local onde a estrada termina. Aí ergue-se o Portão, para lá do qual se encontra a promessa de um mundo melhor. Para poderem entrar, contudo, terão de renunciar à língua que falam, às roupas que trazem e à caixa que, durante anos, arrastaram pelo mundo.”
Ficha Artística
texto e encenação Igor Lebreaud
interpretação Ana Teresa Santos, Hugo Inácio, Margarida Dias, Miguel Magalhães, Ricardo Kalash
figuração Diogo Lobo
cenografia João Mendes Ribeiro
figurinos e adereços Ana Rosa Assunção
desenho de luz Danilo Pinto
sonoplastia Zé Diogo
vídeo e fotografia Eduardo Pinto
cabelos Carlos Gago
direcção técnica e de montagem Rui Valente
execução de cenografia Carpintaria Oliveira Sécio, João Paulo Santos – Serralharia