Análise: The Last Face – A Última Fronteira

Análise ao The Last Face - A Última Fronteira

The Last Face –  A última Fronteira, um filme realizado por Sean Penn que conta com Javier Bardem (vencedor de um Oscar, com o filme “Este País Não é Para Velhos“) e Charlize Theron (vencedora de um Oscar, com o filme “Monstro“) nos principais papeis, estreou esta quinta feira, dia 6 de Abril.

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O filme passa-se em África, num cenário de guerra civil na Libéria e centra-se no romance entre Dr. Miguel Leon (Javier Bardem), que é um médico socorrista e a Dra. Wren Petersen (Charlize Theron), que é diretora de uma agência humanitária de ajuda internacional. Em clima de guerra e de adversidade, eles tentam manter a sua relação viva, ao mesmo tempo que vão partilhando opiniões tão diferentes sobre como superar as atrocidades que os rodeiam.

Análise: The Last Face - A Última Fronteira 1

Neste filme, Sean Penn tenta mostrar-nos o sofrimento africano, sem ofender ou escandalizar o espectador, e fá-lo de uma forma embelezada para deixar uma mensagem de esperança a quem o vê. Assim, Sean lembra-nos que mesmo com todo o caos, tragédia e miséria que ainda hoje se vive no mundo, existem pessoas que estão de facto empenhadas em ajudar, não em troca de publicidade e influências. Seja nas linhas de fogo, como a dar assistência a refugiados, que por força das condições em que viviam tiveram de deixar as suas casas e começar uma nova vida longe da sua zona de conforto.

Análise: The Last Face - A Última Fronteira 2

O filme chegou esta quinta feira, 6 de Abril, às salas de cinema portuguesas, infelizmente para Sean Penn, não deverá ser um grande êxito de bilheteira, a mensagem que tenta passar aos espectadores não é suficiente para salvar o filme, uma vez que o filme tenta comparar a brutalidade de uma guerra civil com a brutalidade do amor impossível entre Wren e Miguel. Na minha opinião é o pior filme de Sean Penn até agora, deixando muito a desejar.

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