Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores: 2 euros
M/12 anos
Duração: 70 minutos
Encenação de Pedro Fiuza a partir de um texto de Maria Quintelas
Coprodução Casa das Artes de Famalicão e Theatro Circo Braga
Cândida rega as flores numa rotina infinita. Num movimento circular.
Foi dar a este canteiro e não sabe como sair.
Esqueceu-se. Não sabe se tem de ir. Se tem de ficar.
Se alguém a espera. Se espera por alguém.
Entretanto, rega-as. Admira-lhes a beleza. É sempre a primeira vez.
Está encantada com o canteiro. Inundado. As flores mortas, aos seus olhos, estão vivas. E ainda traz no olhar uma conversa muda com A Morte, como quem Lhe ouve um segredo.
Cândida, o próprio nome indica, assim nos parece no início como no fim.
Ficha Artística
Caracterização e Figurinos: Cláudia Ribeiro
Desenho de Luz e Espaço Cénico: Rui Azevedo
Direção de Produção: Rosa Lopes Dias
Encenação, Sonoplastia e Texto: Pedro Fiuza
Fotografia de Cena: Paulo Pimenta
Ideia Original e Interpretação: Maria Quintelas
Coprodução Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e Theatro Circo Braga
Apoio à Residência Artística: Armazém 22
A Acusação da Malvada Cândida Às Flores, staged by Pedro Fiuza with Maria Quintelas