“Eixo Norte-Sul” foi criado para ser apresentado em exclusivo no festival, à semelhança do que aconteceu em 2017 com “A história do hip-hop tuga”, em 2018 com “Summer Clash”, que juntou ‘rappers’ portugueses e brasileiros, e em 2019 com “Mechelas”, de apresentação da compilação, homónima, de Sam the Kid.
O espetáculo, explicou a organização, terá duas partes. Na primeira, “cada equipa terá um bloco livre de 20 minutos e haverá apenas uma regra a cumprir: ter em palco a participação de todos os elementos da equipa, com o objetivo de criar momentos únicos, em temas originais dos intervenientes, ou até mesmo novas rimas e batidas, de modo a que consigam explorar a dinâmica de cada equipa”.
Na segunda parte, as equipas estarão juntas em palco “numa ‘cypher’ [os vários ‘rappers’ vão intercalando rimas inéditas em cima de ‘beats’] com todos os elementos presentes”.
Esta ‘cypher’, “original e criada exclusivamente” para o espetáculo “será editada e lançada pela FADED um mês antes do concerto”.
Também no palco principal, o cartaz da 12.ª edição “volta a dar de destaque ao novo talento nacional e lusófono, com as presenças de LON3R JOHNY + Sippinpurp, Phoenix RDC, RIOT e dos Mobbers.
Anteriormente, a organização já tinha ‘reconfirmado’ as atuações dos norte-americanos Trippie Redd e SAINt JHN, do nigeriano Burna Boy e dos portugueses Piruka e Nenny.
A programação do palco secundário volta a ter curadoria de Maze.
Por lá irão passar Spot, Rita Maia, Mike El Nite e Flaca, todos em DJ ‘set’, e os Alcool Club e ActivaSom + EnigmaCRU.
Os bilhetes comprados para as datas de 2020 são “automaticamente” válidos para 2 e 3 de julho de 2021, não sendo necessário trocá-los por novos, “basta apresentá-los à chegada ao festival”.
Entretanto, a organização colocou mais bilhetes à venda. Até 31 de dezembro deste ano, os passes de dois dias custam 40 euros, sem campismo, e 50 euros, com campismo, e os bilhetes diários custam 32 euros.
Até aos dias do festival, os preços vão aumentando progressivamente.
TEXTO: Lusa