Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores: 2 euros
M/12 anos
Duração: 80 minutos
Encenação de Bruno Martins e dramaturgia de António Capelo e Bruno Martins
Coprodução Teatro da Didascália, Teatro do Bolhão, Teatro Nacional D. Maria II, Casa das Artes de Famalicão
Em Rei Lear, de William Shakespeare, existe um reino para dividir em três. Três são as filhas herdeiras e a cada uma caberá uma parte, tanto maior quanto a demonstração do seu afeto pelo rei. A premissa é simples e uma porta aberta à charlatanice. De um lado, um rei que procura comprar o amor de suas filhas. Do outro, duas filhas que não poupam em palavras doces e juras de amor eterno pelo rei. Cordélia, a mais nova, recusa-se a participar na farsa. Há um fim à vista e o rei tenta livrar-se do peso da gestão do reino, ao mesmo tempo que procura abrigo junto das filhas. Por um lado, a urgência na continuidade de um legado – o reino. Por outro, a necessidade de cuidados e proteção – a velhice.
Lado a lado e cúmplices na montagem da peça, António Capelo e Bruno Martins. O primeiro, ator, fundador e diretor da escola de teatro e companhia do Porto, e aqui: Rei Lear. O segundo, ex-aluno, se quisermos… antigo aprendiz, ator e diretor-artista da companhia de Famalicão, e aqui: encenador da peça.
Ficha Artística
Texto: William Shakespeare
Encenação: Bruno Martins
Assistência de encenação: Cláudia Berkeley e Hélia Martins
Dramaturgia: António Capelo e Bruno Martins
Interpretação: Anabela Sousa, Ana Fonseca, António Capelo, Eduardo Breda, Inês Garcia, João Figueiredo, João Paulo Costa, Matilde Cancelliere, Paulo Calatré, Pedro Couto
Cenografia: Catarina Barros
Figurinos: Cátia Barros
Desenho de luz: Valter Alves
Composição e direção musical: Tiago Manuel Soares
Comunicação: Nuno Matos
Direção de Produção: Glória Cheio e Raquel Passos
Produção executiva: Rosa Bessa
Direção técnica: Pedro Vieira de Carvalho
Mestre costureira: Maria da Glória Costa
Coprodução: Teatro da Didascália, Teatro do Bolhão, Teatro Nacional D. Maria II, Casa das Artes de Famalicão
Shakespeare’s King Lear, in a work of complicity between Bruno Martins and António Capelo.