Como um palimpsesto, Boaventura de Sousa Santos escreveu um vastíssimo Rap (Global), às vezes recorrendo a citações, depois trabalhadas pelo próprio, como na oficina do sociólogo a interpretar o Mundo, enformando-o da sua própria visão. Deste surpreendente texto poético, de sonho, dor e fúria, se parte para a ideia de uma encenação que, também ela, pretende ser global, recorrendo aos mais variados géneros performativos e a uma miscigenação estética. Músicos-rapers a interpretar versos do longo poema cénico.
Ficha Artística
Encenação: Sandra Salomé
Interpretação: Allex Miranda, Miguel Branca, Joel Sines e Teresa Fonseca e Costa