A história intemporal do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá, escrita por Jorge Amado para o seu filho, é uma das mais bonitas ofertas que conhecemos. E é, em si, uma das mais bonitas histórias de amor. Quais Capuletos e Montéquios, o Gato e a Andorinha estão condenados a serem apartados e, por isso mesmo, condenados à tragédia, por uma questão de identidade de espécie. Quando nos perguntam o porquê de retornar a esta obra tão abordada no último meio século respondemos com o único motivo possível: o amor.
O amor é o amor, o amor proibido é o amor proibido, já Shakespeare ou os Gregos nos falavam disso. Jorge Amado, criando uma analogia suavizada, sugere-nos a criação de um universo musical e visual que comporte a história e a leve à sua conclusão de forma bela e enternecedora.
Ficha Artística
Dramaturgia e Encenação: António Afonso Parra Composição da Música Original: João Grilo Cenografia: Ana Gormicho Figurinos: Pedro Morim Desenho de Luz: José Diogo Cunha Desenho de Som: Filipe Louro Interpretação: André Júlio Teixeira, Bárbara Pais, Patrícia Queirós, Pedro Almendra Músicos: João Grilo, Sara Yasmine, Sofia Sá, Teresa Costa, Tiago Candal
Informações Adicionais
POR FAVOR, NÃO ESQUEÇA: – As portas abrirão, meia hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo. – Os espetáculos terão início à hora marcada e não será permitida a entrada após o início dos espetáculos. – O bar do Teatro Diogo Bernardes encontra-se encerrado. – Espetáculo recomendado a maiores de 6 anos de idade.