Diogo Piçarra é o autor do tema principal do filme “Portugal Não Está à Venda”

`O Meu País’ de Diogo Piçarra é o tema principal da banda sonora de ‘Portugal Não Está à Venda’, o irónico filme do realizador André Badalo, com mais de 30 atores nacionais, um dos maiores elencos de sempre numa comédia portuguesa. O filme chega aos cinemas a 21 de fevereiro.

 

Portugal Não Está à Venda’ é uma sátira corrosiva que retrata as peripécias de uma família portuguesa, desesperada e falida que, entre raptos, demolições, laxantes, disfarces e mil confusões, terá que convencer os restantes portugueses que, amanhã, poderão acordar sem País. Depois de mais uma crise, o hipocondríaco Sebastião (interpretado por Pedro Teixeira), e a sua enlouquecida família, descobrem que a recente Primeira-Ministra Jéssica Fatinha (interpretada por Ana Zanatti), esconde um plano maquiavélico para vender o País aos alemães, franceses, chineses e angolanos.

Dezenas de atores da ficção nacional dão vida às inúmeras personagens de ‘Portugal Não Está à Venda’: Rita Pereira, Dalila Carmo, São José Correia, Maria Vieira, Tiago Teotónio Pereira, Joana Ribeiro, António Capelo, Paulo Pires, Carla Vasconcelos, João Lagarto, Marina Mota, Orlando Costa, Cucha Carvalheiro, Luísa Ortigoso, Isabel Ruth, Pedro Carvalho, Io Appolloni, André Nunes, Sílvia Rizzo, Philippe Leroux, Pedro Granger, e muitos outros, juntam-se nesta hilariante comédia.

Diogo Piçarra, para além da banda sonora, estreia-se na representação e interpreta o papel de Francisco, um jovem algarvio que se vê obrigado a abandonar o seu país, em busca de uma vida melhor. Luís Represas tem também uma participação especial no filme e integra um tema de ‘Canção Pateta’, do seu mais recente disco editado em 2018, na banda sonora de ‘Portugal Não Está à Venda’.

 

Sinopse
Depois de mais uma crise, numa manhã de nevoeiro, o hipocondríaco Sebastião e a enlouquecida família descobrem que a nova Primeira-Ministra esconde um plano maquiavélico para vender o país aos alemães, franceses, chineses e angolanos. Numa sátira corrosiva, assistimos às peripécias de uma “desesperada e falida família portuguesa” que entre raptos e demolições, laxantes, disfarces e mil confusões, terá de convencer os restantes Portugueses, que amanhã poderão acordar sem país. Lutando pela nossa identidade e assegurando que Portugal é nosso e não está à venda.

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